Hoje (13/11) sairá um ato da frente do TUCA às 18h a caminho da Fundação São Paulo.
Todos Lá!
Essa entrada foi postada em Novembro 13, 2007 às 3:50 pm sob a(s) categoria(s) Informes. Você pode acompanhar as respostas desse post através do RSS 2.0feed.
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Novembro 13, 2007 às 4:47 pm
ESQUECE!! Já li aqui varias vezes sobre atos e mais atos e estive na faculdade e so meia duzia de gato pingado que vao !!!!
pessimo esse movimento hein !!!
Novembro 13, 2007 às 5:11 pm
Vocês não têm mais nada para fazer além de encher o saco dos outros? Falta de objetivo na vida e de uma causa para lutar dá nisso: um bando de moleques mal educados fazendo baderna… Arrumem um emprego, uma namorada… sei lá, vão comer alguém que vocês ganham muito mais!
Novembro 13, 2007 às 5:16 pm
Lembraram da Fundação ? Olha ….até que enfim hein…..
Vc gostam do tráfico na PUC né ?
Querem tudo de graça…
Parabéns pra quem inventou essa estória de polícia aqui
Novembro 13, 2007 às 5:20 pm
De volta ao medo, terror e revolta
A tua presença, a morte nos traz
Segredos, torturas… nomes esquecidos
Queimando arquivos sem lembrança da paz
Fascistas fardados, falsos heróis
Controlam seu medo e tudo ao redor
Fascistas fardados
Ccontrolam seus atos e tudo ao redor
Foram muitas chacinas, centenas de mortos
Crimes horrendos feitos por vocês
Nos aguardem bastardos, fomos vitimados
Estão enganados, chegou nossa vez
Novembro 13, 2007 às 5:25 pm
FORA TUFÃO, NASSIF E JAQUELINE !!!!!!!!!!!!!
Novembro 13, 2007 às 5:25 pm
Tem gente sob forte efeito de baseado por aqui…
Novembro 13, 2007 às 5:32 pm
Meus queridos!!!
Ja conversei com vcs a semana passada. Vcs invadiram meu escritorio e o Papai (PE.) Chamou os titios da policia para tirar vcs do meu escritorio de trabalho.
Agora vcs querem ir até a casa do seu Pai. Q é dono do dinheiro que vc ficam brincando….Pensem bem. O PE Mor pode expulsar vcs.
Outra coisa. o papai ja determinou que vai ter Consun no dia 12 e amanha vai ter apresentação das nossas proposta na PUC de SOrocaba.Pelo amor de Deus não vão fazer bagunça.
Um Abraço
Maura Veras Bicudo
Magnifica Reitora da Pontificia Universidade CAtólica de São Paulo
Novembro 13, 2007 às 5:35 pm
Mais marxismo, mais ignorância, mais violência
por Huascar Terra do Valle em 24 de agosto de 2002
O amanhã do Brasil depende dos jovens de hoje, que em poucos anos estarão no comando do País. O futuro de nosso País dependerá do que esses jovens estão aprendendo, hoje, nas escolas.
Criminosamente, nossos governantes, estão adotando um nova didática que persegue três objetivos sinistros:
PRIMEIRO, não ensinar nada útil aos alunos;
SEGUNDO, passar de ano todos os alunos, até débeis mentais;
TERCEIRO, promover a doutrinação marxista-leninista da juventude.
A prova do fracasso da nova didática é que testes coordenados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelaram que alunos brasileiros, na faixa de 15 anos, são OS MAIS IGNORANTES DE 32 PAÍSES AVALIADOS.
O amanhã do Brasil depende dos jovens de hoje. Em poucos anos estarão no comando do País. O futuro de nosso País dependerá do que esses jovens estão aprendendo, hoje, nas escolas.
Infelizmente, nossos governantes, criminosamente, estão adotando um nova didática que persegue três objetivos sinistros: Primeiro: Não ensinar nada útil aos alunos; Segundo: Passar de ano todos os alunos, até débeis mentais; Terceiro: Promover a doutrinação marxista-leninista da juventude;
Prova do fracasso da nova didática é que testes coordenados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelaram que alunos brasileiros, na faixa de 15 anos, são os mais ignorantes de 32 países avaliados.
Será que o governador e o secretário da educação sabem que os alunos estão cada vez mais ignorantes, e também mais violentos, como fruto da atual política de deseducação promovida por seu governo? Será que o secretário Murilo Hingel sabe que seu governo está dando diplomas a analfabetos e baderneiros, devido às “novas” regras didáticas? Que interesses escusos tem o Secretário em promover a ignorância e o sectarismo, a ponto de tratar com grosseria as professoras que o procuram para protestar contra o sucateamento da educação?
Que futuro tem o Brasil, nas mãos destes irresponsáveis que se intitulam “educadores”? As autoridades mineiras, com a maior cara de pau, proclamam que estão reformando a educação; que nomearam 35 mil novos professores e que o nível de repetência é inexistente, o que é óbvio, pois estão passando de ano, de qualquer jeito, TODOS os alunos.
Quem conhece os livros do “Programa de Capacitação de Professores” (PROCAP), sabe que eles não estão capacitados como professores, mas como doutrinadores marxistas-leninistas.
Como explicar este crime, este escândalo? Como explicar que as autoridades municipais e estaduais encarregadas de promover a cultura estão, de fato, promovendo a ignorância e o sectarismo comunista, com a aprovação do Ministério da Educação?
A explicação é encontrada no plano para a conquista do poder criado pelo comunista italiano Antonio Gramsci, plano este sendo levado a cabo pelo PT, o partido dos “marajás” e também pelos órgãos municipais, estaduais e federais.
Intrigado pelo fato do comunismo ter vingado nos países do Oriente e não do Ocidente, Gramsci concluiu, acertadamente, que o comunismo foi derrotado nos países ocidentais pela cultura democrática e liberal desenvolvida principalmente no século XVIII, o “Século do Iluminismo”, como reação ao regime absolutista de então. Os reis tinham poder absoluto, até de vida ou morte, sobre os cidadãos, sem dar satisfação a ninguém.
Neste período de ouro da humanidade pontificaram grandes gênios iluministas como Locke, Hume, Hobbes, Espinoza, Newton, Bacon, Adam Smith, Voltaire, Lavoisier, Montesquieu, Diderot, Kant, Thomas Paine, Tocqueville, Jefferson, Franklin e Lincoln. Historicamente, a primeira grande vitória das idéias iluministas foi em 1776, com a fundação de um país dedicado à liberdade, à igualdade perante a lei, ao respeito às leis e ao indivíduo-os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA-por isto mesmo o país mais bem sucedido de todos os tempos.
Em seguida, inspirados no exemplo dos Estados Unidos, os franceses revoltaram-se contra o rei absolutista Luís XVI, cortaram sua cabeça e junto com ela enterraram a monarquia absolutista, para sempre. Os ideais libertários dos iluministas inflamaram todos os países ocidentais, levando à independência também os países latino-americanos, inclusive o Brasil.
As democracias ocidentais, inspiradas no Iluminismo, adotaram uma série de salvaguardas para evitar a volta de regimes absolutistas, como: constituições, códigos de leis, divisão dos poderes, alternância no poder, eleição popular dos dirigentes, império da lei, devido processo legal, direito de defesa (contraditório), liberdade de imprensa, livre iniciativa, direito de propriedade. O capitalismo, que é o regime econômico iluminista, proporcionou prosperidade às nações e dignidade às pessoas.
No Oriente, ao contrário, países como a Rússia, a China, a Coréia do Norte e o Camboja, sem a proteção das trincheiras do Iluminismo, caíram vítimas de um novo e virulento tipo de absolutismo, o comunismo, também chamado de “totalitarismo”, o regime mais sanguinário e despótico de todos os tempos, que chegou a dominar cerca de metade do mundo, levando à ruína dezenas de nações, depois de torturar e chacinar mais de cem milhões de patriotas e amantes da liberdade.
As idéias de liberdade e legalidade, pregadas pelos iluministas, vacinaram as nações ocidentais contra a volta de regimes totalitários, tanto contra a velha monarquia absolutista como contra o comunismo, um regime retrógrado que pretende retornar ao regime absolutista com uma nova roupagem. Inflamados pelos novos ideais de liberdade, os povos das nações ocidentais, que adotaram as salvaguardas institucionais, rejeitam todos os tipos de totalitarismo, sejam eles absolutistas ou comunistas.
Gramsci descobriu que foram estas salvaguardas iluministas, embora criadas para evitar a volta do absolutismo monárquico, que impediram a aceitação da selvagem ditadura comunista. Diabolicamente, para viabilizar a tomada do poder pelos comunistas, Gramsci criou um plano para destruir as salvaguardas que ele chamava de “trincheiras da burguesia”, mas que seriam melhor chamadas de trincheiras do Iluminismo.
O plano gramcista tem por objetivo efetuar uma transição indolor e pacífica para o comunismo, elegendo como campo de batalha não mais as praças, as ruas, as fábricas, os quartéis, mas a opinião pública. Em vez de fuzis, usa panfletos. Em vez da verdade, usa a mentira e a desinformação Em vez de armas, tropas e tanques, emprega idéias subversivas, muito mais perigosas. Em vez de invadir cidades, apodera-se de redações de jornais e revistas. Em vez de ocupar territórios, invade as mentes de estudantes, jornalistas, políticos, trabalhadores, artistas e até dos empresários, os que mais teriam a perder com a implantação do comunismo. Hoje, o Brasil está todo envenenado com as idéias podres do marxismo-leninismo-nas universidades, no magistério, no sindicatos, na mídia, no governo.
O plano gramscista procura, inicialmente, promover uma lavagem cerebral coletiva, infiltrando ativistas bem doutrinados em todos os órgãos formadores de opinião, como os sindicatos de professores, de jornalistas, de trabalhadores e de intelectuais, com o objetivo de derrubar as trincheiras do Iluminismo, ou seja, as idéias de liberdade, justiça, prosperidade e igualdade perante a lei. Existem milhares destes terroristas plantados em todos os setores da sociedade, envenenando a opinião pública para favorecer a tomada do poder pelos bandidos da esquerda. Recentemente, tivemos até dois ex-terroristas como ministros da justiça!
A técnica usada na lavagem cerebral coletiva é a desinformação, ou seja, a mentira sem fronteiras, para desmoralizar as instituições democráticas iluministas, derrubando as salvaguardas democráticas, visando abrir as portas para o regime comunista como se fosse a salvação para as crises políticas e econômicas que assolam todas as nações, crises estas causadas exatamente pelo afastamento dos princípios iluministas. Mentir e desinformar, descaradamente, é exatamente o que tem feito os partidos de esquerda, como: PT, PSB, PPS, PDT, PcdoB, PMN, PL, PSTU, setores do PMDB, PFL e PSDB e o MST, o braço armado do PT. Aspiram ao poder absoluto e, por ele, são capazes de tudo!
Os comunistas gramscistas procuram também evitar que a juventude absorva as conquistas democráticas do filósofos iluministas, ou seja, as idéias de democracia, liberdade e individualismo, que neutralizariam a implantação da ditadura comunista.
Antigamente se ensinava os ideais iluministas, nas escolas. Não mais! Hoje, praticamente todas as escolas, principalmente as públicas, por meio da Escola Plural (municipal) e Sagarana (estadual) estão pregando a barbárie marxista-leninista, sonegando aos alunos a verdadeira civilização, representada pelos ideais ocidentais de liberdade desenvolvidos pelos gênios do Iluminismo, preparando a juventude para aceitar o cabresto comunista!
Quando o PT ganhou algumas prefeituras, nas últimas eleições, Lula e mais duzentos correligionários foram comemorar sua vitória em Cuba, junto ao chefe, o sanguinário fóssil comunista Fidel Castro, responsável pelo maior fracasso social e econômico de todos os tempos. Liderados por Lula, os petistas fizeram uma viagem sentimental para matar saudade da ilha onde, no passado, fizeram cursos de terrorismo.
Será que o Brasil, nas próximas eleições, vai cair nas mãos deste bando de terroristas mal intencionados? As prefeituras do PT, que deviam se transformar em “vitrines”, de fato se revelaram verdadeiros “espantalhos”. Já começaram a aparecer as podridões das prefeituras do PT, como a de Santo André e a de Brasília (na Câmara Distrital). No Rio Grande do Sul, os trambiques se sucedem, aos montes. Em São Paulo, o Estadão noticia (10.09.2001) que Marta fez 108 contratos sem licitação em 8 meses. Valores chegam a R$ 270 milhões. Esperamos que muitos inocentes úteis acordem, talvez a tempo de salvar o Brasil das mãos dos arautos do atraso, da miséria e do terrorismo de Estado.
Novembro 13, 2007 às 5:36 pm
O pensamento de Gramsci
por Carlos I.S. Azambuja em 28 de abril de 2005
Resumo: O socialismo proposto por Gramsci não passa pelos proletários e camponeses, e sim pela cultura e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação, buscando, através de métodos persuasivos, mudar a mentalidade vigente em uma sociedade.
© 2005 MidiaSemMascara.org
“Diz Goethe, quando a gente não sabe o que fazer, uma palavra é como uma tábua para o náufrago”.
(Olavo de Carvalho, “O Jardim das Aflições”)
O italiano Antonio Gramsci, um dos fundadores do Partido Comunista Italiano, foi o primeiro teórico marxista a compreender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos. Nesse sentido, ofereceu um novo “Que Fazer” ao Ocidente desenvolvido. Aquilo que ele chamou de “sociedade civil” – rede de instituições educativas, religiosas e culturais que disseminam modos de pensar – era, na Rússia, incapaz de fornecer uma doutrinação moral e intelectual de caráter unitário, uma vez que o Estado czarista fundamentava-se na ignorância, na apatia e na repressão, e não no consentimento voluntário dos súditos. Na ausência de uma articulação complexa da “sociedade civil” em condições de absorver a insatisfação, a única defesa da velha ordem era constituída pelo aparelho do Estado, que Gramsci denomina de “sociedade política”. O conjunto difuso da “sociedade civil”, que propaga a ideologia da classe dominante, não existia na Rússia.
Segundo Gramsci, o objetivo da batalha pela mudança é conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social e sindicatos), uma vez que os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis.
Dessa forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica.
Segundo a linguagem colorida de Gramsci, o proletariado precisa transformar-se em força cultural e política dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o Partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário.
Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “sociedade civil” e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.
Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas, etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletários de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mao-Tsetung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, através de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores ateus e materialistas.
O comunismo de Gramsci é a “versão ocidental” do comunismo, e ao proclamar o diálogo e aceitar o debate, próprios dos sistemas verdadeiramente democráticos, trabalha sobre todas as formas de expressão cultural, atuando sob a cobertura do pluralismo, com a contribuição de todos aqueles que por compartilhar a ideologia marxista, por snobismo, por conveniência ou por negligência, se somam voluntária ou involuntariamente a essa nova expressão do “frentismo”, chamando “fascistas” ou “retrógados” aqueles que se opõem a essa forma de pensar e atuar.
Nessa confusão de idéias, chega-se a substituir a contradição hegeliana de “burguês – proletário” (tese e antítese) pela de “fascista – anti-fascista”. O inimigo não é patrão e sim o fascista. Assim surge o mito do fascismo, que nada tem a ver com o fascismo histórico, sem dúvida questionável.
Quem quer que defenda os valores tradicionais da cultural ocidental é tachado de “fascista” e considerado genericamente como “um mal”. O grande erro dos comunistas, segundo Gramsci, foi o de crer que o Estado se reduz a um simples aparato político. Na verdade, o Estado atua não apenas com a ajuda do seu aparato político, como também por meio de uma ideologia que descansa em valores admitidos que a maioria dos membros da sociedade têm como supostos. A referida ideologia engloba a cultura, as idéias, as tradições e até o sentido comum. Em todos esses campos atua um poder no qual também se apóia o Estado: o poder cultural.
A necessidade de uma reforma intelectual e moral para lograr uma mudança de mentalidade nas sociedades ocidentais que foram constituídas por convicções, critérios, normas, crenças, pautas, segundo a concepção cristã da vida, é de suma importância para o triunfo da revolução mundial.
Porém, nesse propósito de formação de uma nova consciência proletária, o gramscismo encontra um obstáculo: a religião. De acordo com os estudos de Gramsci, a Igreja Católica, encarada como inimiga irreconciliável do comunismo, utiliza elementos fundamentais e comuns na sociedade, chegando a toda população, tanto urbana como rural. O catolicismo, segundo Gramsci, é uma doutrina geral simplificada a fim de ser entendida por todos. Analisando esse fato, Gramsci chegou à conclusão que uma das chaves da sobrevivência do catolicismo ao longo dos séculos foi o fato de que em seu seio conviveram harmonicamente humildes e elites, sentenciando que “a Igreja romana sempre foi a mais tenaz em impedir que oficialmente se formem duas religiões: a dos intelectuais e a das almas simples”.
Concluiu que é a Igreja Católica que inspira a formação desse sentido comum cristão e, por conseguinte, era preciso erradicá-lo mediante uma ação não violenta já que essa via seria repelida pelas sociedades ocidentais, onde influi e gravita o consenso e a vontade das maiorias. Gramsci afirmou que “os elementos principais do sentido comum são ministrados pelas religiões e, por isso, a relação entre o sentido comum e a religião é muito mais íntima do que a relação entre o sentido comum e os sistemas filosóficos dos intelectuais”. “Então – prossegue Gramsci – todo o movimento cultural que tenda a substituir o sentido comum e as velhas concepções do mundo deve repetir incansavelmente os próprios argumentos, variando suas ‘formas’”.
Dessa forma, as novas concepções se difundem utilizando sofismas, dando novas interpretações a fatos históricos e chegando a parafrasear o Evangelho em alguns casos, mostrando distintos “ensinamentos” de determinadas passagens bíblicas, tal como a expulsão dos mercadores do Templo de Deus, utilizando-os como argumentos para justificar a violência e fortalecer a imagem do “Cristo guerrilheiro”, criada pelos “cristãos revolucionários”.
Essas concepções, porém, não deverão ser apresentadas em formas puras, uma vez que o povo não as aceita na medida que provoquem uma mudança traumática. Para isso, devem ser apresentadas como combinações, explorando “a crise intelectual e a perda da fé na concepção que se deseja mudar”.
Por isso, diz Gramsci, não se deve enfrentar frontalmente a Igreja Católica, e sim criar os enfrentamentos em seu seio. Enfrentamentos que não sejam apresentados como provocados por causas exógenas e sim endógenas.
Acrescente-se que o marxismo de Gramsci se apresenta como uma interpretação “filosófica” distinta do marxismo conhecido. Não há filosofia e práxis; existe uma igualdade entre pensamento e ação ao ponto em que tudo é considerado ação. Em conseqüência, a “filosofia da práxis” deve ser elaborada partindo de uma equivalência entre filosofia e política, e deverá ser construída como ciência da história, posto que filosofia e história são indissociáveis. Diz Gramsci que “a filosofia da práxis supera as precedentes, por isso é original, especialmente porque abre uma via completamente nova, ou seja, renova totalmente o modo de conceber a filosofia mesma”.
Quanto ao papel dos intelectuais, ele deixa claro que a tarefa de agente da mudança na nova concepção de mundo não pode ser desenvolvida pelos intelectuais burgueses, considerados “o elo mais débil do bloco burguês”. Devem surgir “novos” intelectuais da massa do povo. Dessa forma, a tarefa a ser desenvolvida por essa “nova” elite será a de formar uma vontade coletiva e lograr a reforma moral e intelectual, agregando que uma reforma cultural que eleve os extratos submersos da sociedade não pode ocorrer sem uma prévia reforma econômica e uma mudança na sua posição social. Por isso, afirmou que “uma reforma intelectual e moral tem que ser vinculada forçosamente a um programa de reforma econômica”.
Novembro 13, 2007 às 5:36 pm
Brasil/Cuba: lá e aqui
por Ipojuca Pontes em 05 de abril de 2005
Resumo: Diante de tudo, no Brasil como em Cuba a pergunta que se faz é a seguinte: sobreviveremos?
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“Antes só do que bem acompanhado”
Barão de Itararé
Não seria despropositado fazer uma associação entre o desempenho político oficial processado no Brasil e em Cuba para se descobrir, sem muito esforço, de onde vem o atual “modelo” de governo imposto ao País pelo chamado “núcleo duro do poder” petista. De fato, hoje, bem examinada a questão, são idênticas as formulações que, tanto na Cuba castro-comunista quanto no Brasil populista de Lula da Silva, delineiam os esquemas e a hierarquia de mando, com a conseqüente definição de papéis e ações de governos cujos objetivos fundamentais são, a despeito de eventuais obstáculos, a continuidade e a ampliação do poder totalitário “soi-disant” socialista (ou socializante).
No caso de Cuba, embora boa parte da opinião pública mundial esteja inclinada a pensar que a ditadura castrista cairá com a morte do seu provecto patrono, o dado real é que a liderança do sistema totalitário se preparou para permanecer incólume no poder da ilha-cárcere. E a julgar pela observação do dia a dia do regime, tem-se como certo no futuro comando do “território livre da América” a presença das mesmíssimas figuras que ora tomam conta da infeliz nação, a saber: o “compañero” Raul Castro, irmão de Fidel e chefe das Forças Armadas; Carlos Lage Dávila, o vice-presidente do Conselho de Ministros; Ricardo Alárcon, o presidente do parlamento cubano; e Felipe (Ramon) Pérez Roque, o ministro das Relações Exteriores, tido como “liderança arrojada, agressiva e ambiciosa”.
(Pode-se ainda acrescentar na lista de futuros beneficiários da herança ditatorial, as figuras de Carlos Diaz, o infatigável secretário particular de Fidel, tido como a “memória” do tirano, e a provável ascensão do líder estudantil Hasse Pérez, escolado na cartilha das eternas promessas castristas de um luminoso porvir para o povo cubano – promessas, de resto, tal como no Brasil, nunca cumpridas ou sempre proteladas).
No rondó da “sucessão” cubana, também não se discute mais a predominância inicial da figura de Raul Castro, vistos os laços de sangue e sua fé no poder das armas. Tampouco a presença do vice-presidente Carlos Lage, o homem que toma conta com mão de ferro dos permanentes racionamentos da ilha e, menos ainda, a de Ricardo Alárcon, o presidente do Congresso cubano, que cuida com zelo perfunctório da encenada “democracia participativa” do regime (mantida com a implacável repressão da DGI), e de Felipe Pérez Roque, o ministro das Relações Exteriores, ativo especialista na arte de fazer dos Estados Unidos o estratégico bode expiatório pelos contínuos fracassos do castro-comunismo.
No Brasil, o desempenho do governo hegemônico do PT não se processa de forma diferente: amparado no trabalho manhoso e aparentemente conflitante da troika “socialista” (composta pelo “cubano-brasileiro” Zé Dirceu, o chefe da Casa Civil; Antônio Palloci, o poderoso ex-trotskista do ministério da Fazenda; Luiz Gushiken, o “oriental” secretário das Comunicações com poderes ministeriais; e por último, mas não menos importante, o ex-guerrilheiro José Genoíno, presidente do Partido dos Trabalhadores), o companheiro Lula navega na crista da onda, cumprindo extensa agenda de viagens (são 450 dias de viagens em 770 dias de governo) e discursos ostensivamente falaciosos, ora prometendo mundos e fundos, ora acusando o neoliberalismo como responsável pela indigência brasileira e dos países em desenvolvimento.
Lula, como Fidel, não trabalha ou sequer despacha com os subordinados, pois seu papel preconcebido dentro do esquema de poder consiste em participar de solenidades, almoços e jantares, aqui e no exterior, onde desfila a imagem algo burlesca do “operário do terceiro mundo” pouco alfabetizado, mas intrépido, que luta contra a fome e as injustiças sociais em escala mundial – cabendo a Fidel, o comandante-em-chefe da revolução cubana e matriz do modelo, por sua vez, no diapasão por todos reconhecido, agitar-se aos olhos do planeta como o símbolo espetacular (e encanecido) da luta da pequena ilha contra o gigante imperialista (EUA), que vive da exploração impiedosa das massas espoliadas.
Lá, na indigitada Cuba, a troika privilegiada segura o poder pela força da repressão brutal, desencadeadora de fuzilamentos e prisões em série – o que faz da ilha-prisão um monumento vivo da violência contra os direitos humanos. De fato, o castro-comunismo, com se sabe, não dá tréguas aos que lutam pela liberdade de expressão e a livre manifestação do pensamento, à margem o fato de que há anos mantém estagnados os índices de crescimento econômico e dos padrões de qualidade de vida da população.
No Brasil, por enquanto, em que pese a fragilidade do processo democrático, ainda restam as possibilidades do protesto e da denúncia. Mas o populismo “hegemônico” do PT no Poder também não dá tréguas e avança empenhado na estratégica tarefa de aparelhar o Estado com o ingresso de milhares e milhares de militantes (são mais de 150 mil filiados já assimilados dentro da máquina pública, terceirizados ou não, desde 2003), ao tempo em que, com projetos ardilosos que ferem as liberdades constitucionais, procura estabelecer um rígido sistema de controle sobre a sociedade e ainda, o que é devastador, tomar das classes produtoras e dos trabalhadores – via elevadas taxações e aumentos de tributos – o que foi ganho com o suor do rosto de cada um.
Diante de tudo, no Brasil como em Cuba a pergunta que se faz é a seguinte: sobreviveremos?
Novembro 13, 2007 às 5:46 pm
“Pinochet”, vc acha mesmo que alguém aqui vai ler essa loucura que vc copiou e colou acima? Esse pessoal que está “organizando” a baderna não deve estar a costumada a ler sequer a Veja…
Novembro 13, 2007 às 5:49 pm
FORA TFÃO, NASSIF E JAQUELINE….DEIXEM A GENTE ESTUDAR
Novembro 13, 2007 às 6:09 pm
Essa invasao nao tem proposito nenhum.
Nao tem proposta nenhuma.
É tão vazia quanto os estudantes que a lideram.
Duvido que alguém que estava la realmente saiba discutir sobre o redesenho ou qualquer outra proposta colocada em pauta.
Escondidos sob o rotulo de estudantes, discutem marx sem ler marx, se
dizem trotskistas ou leninistas sem nunca ter lido nada sobre isso.
É uma geracao pobre e sem cultura sustentada por gritos de guerra vazios e mal copiados de geracoes anteriores.
Quem assistir o video encontrará jovens de classe media, arrogantes e
prepotentes, tirando sarro da policia e agindo da mesma forma que agia a
ditadura no passado e que os sustenta até hoje.
É a ditadura dos pequenos burguesinhos ignorantes e mal educados.
Novembro 13, 2007 às 6:30 pm
O recreio acabou com o soar daquela velha sirene. Eu sempre me intrigava com o barulho daquela sirene.
Para quê algo tão alto? A sensação era de que uma bomba atingiria a escola a qualquer momento. Eu me levantei e me dirigi às escadas que davam acesso ao segundo andar.
Quando cheguei na sala, percebi que algo estava estranho. O caderno que eu larguei aberto estava fechado.
Caminhei meio ressabiado pelos corredores de carteiras e quando cheguei finalmente na minha carteira pude ver que o caderno estava fechado mesmo, e com alguma coisa dentro. Olhei sorrateiramente para os lados em busca de alguma evidência de que iriam me sacanear. Mas nada indicava isso.
E foi por este motivo que abri o caderno para dar de cara com um bilhete. Um bilhete cuidadosamente dobrado.
Era como encontrar uma bomba.
Olhei discretamente à minha volta, em busca do autor. Nada.
O bilhete tinha um cantinho cor-de-rosa onde eu pude ver um pedaço da cara de um ursinho. MEU DEUS! Um Ursinho!
Aquilo só podia significar uma coisa… Eu peguei o bilhete e enfiei dentro do casaco. Pedi licença ao professor para ir até o banheiro. Atravessei o pátio com o papel amassado na mão.
Entrei no banheiro, tranquei-me na cabine do sanitário e fiquei ali sentado. Lentamente abri o papel. Então eu senti um perfume.
A primeira coisa que vi foi uma letra redondinha, desenhadinha, feita com aquelas canetas caras e perfumadas do Paraguai.
E então eu li o texto.
Não me lembro de cabeça como ele era, mas tratava-se de uma “admiradora secreta” que gostava de mim e que não aguentando mais o silêncio, resolveu arriscar-se e me mandar um bilhetinho. Eu li aquilo bolado. Ela dizia ao final do texto que no dia seguinte, depois da aula, iria me esperar no segundo pátio da escola. Este era um pátio ermo, pouco freqüentado por ser onde as criancinhas menores brincavam. A menina me esperaria depois da aula. Se eu quisesse saber quem ela era, eu apenas deveria ir até lá.
Eu estava trêmulo. Nunca havia passado por situação igual. Não sabia o que fazer. Tudo rodava. Eu estava nervoso.
Embolei o bilhete e enfiei no bolso. Voltei para a sala e tão logo adentrei o recinto, comecei a olhar em volta. Eu olhei para cada menina. Cada uma delas em busca de um olhar, um sorriso, um indício de quem seria minha admiradora.
Nada. Nenhuma delas olhava pra mim. A aula transcorreu como de costume.
Quando soou novamente a sirene de fim do mundo, eu busquei novamente em cada uma elas algum indício que me apontasse uma pista. Mas novamente fiquei sem saber quem era ela.
Naquela noite, eu periciei cuidadosamente o bilhetinho amassado. Eu sentia o perfume e tentava mentalmente traçar algum paralelo com as meninas bonitas da sala. A letra, o jeito de escrever…
Quando o dia amanheceu eu estava de pé, preparado para ir para a aula. Coloquei a roupa mais bonita. Dei uma arrumada no cabelo. Cheguei cedo na escola. No caminho para minha sala, eu passei pelo segundo pátio e olhei em volta. Não havia ninguém lá. Apenas eu.
Fiquei uns instantes ali imaginando que dali a algumas horas aqueles brinquedos, aquelas paredes e até mesmo aquelas pinturas coloridas do chão, testemunhariam um encontro romântico sob uma mangueira frondosa.
Naquele dia eu não consegui prestar a mínima atenção em nenhuma das duas primeiras aulas. Eu passei os 90 minutos olhando para cada uma das meninas em busca de um indício. E para minha surpresa, uma delas olhou para trás. Nossos olhos se cruzara em uma faísca de amor e paixão. Ela comentou algo como uma colega de trás. Sorriu, pegou a borracha e tornou a olhar pra mim antes de se voltar para a frente.
Era a Renatinha. Uma menina linda. Um avião. Sensualmente sacana em seu modo de andar, falar, rir e de fumar escondido no corredor do segundo andar. Eu sabia detalhes da vida dela, porque eu nutria um amor platônico pela Renatinha desde dois anos antes. Então, qual não foi minha surpresa a ver que a Renatinha olhou pra trás, cruzou o olhar com o meu e sorriu maliciosamente.
Era o paraíso. Deus era meu amigo.
Notei que ela usava um casaco diferente. Aquele era um casaco bonito que nunca tinha usado antes. Tudo indicava que era ela. Menos a letra, porque a letra da Renatinha era um garrancho do caramba. Isso me intrigou no início, mas eu calculei que ela naturalmente pediu para que alguma outra menina escrevesse o bilhete, com medo de ser descoberta prematuramente pela caligrafia. Genial, devo reconhecer.
Quando deu a hora do recreio, eu fiquei disfarçando até ter condições de chegar perto dela. Cheguei perto o suficiente para sentir o perfume do cabelo comprido que ela tinha, mas me mantive distante o suficiente para não dar bandeira que eu havia descoberto a identidade da minha admiradora secreta. Eu não aguentava mais esperar para passar a mao naqueles cabelos negros macios e perfumados.
Durante o recreio eu comprei o clássico italiano com coca, e após lutar ferozmente pela atenção do rapaz que entregava a guloseima para aquelas milhares de mãos que estendiam as fichas, entre berros. Eu retornei ao meu “posto de observação” que era o alto da escada que dava acesso ao segundo andar. Dali eu pude ver que a Renatinha não estava em lugar nenhum do pátio.
Sorrateiramente, fui até o corredor. E vi ao longe as pernas dela, apoiada atrás da coluna e a fumaça que saía dali. Ela estava lá com três amigas, conversando, rindo e fumando escondido.
Fiquei pensando se elas falavam de mim. Se a Renatinha se abria para as colegas sobre nosso amor… Provavelmente não.
Eu compreendia totalmente que uma garota daquele porte, bonita, rica e popular como ela não gostaria de ser vista, ou o que é pior, vetada, por um psiconerd como eu, restado a ela apenas a tática do bilhetinho secreto. Obviamente, aquela mulher top de linha ser vetada por um sujeito como eu, na base da pirâmide social escolar, era uma coisa completamente inconcebível, mas sabe como é a cabeça da mulher. Elas pensam em todos os detalhes, até nos improváveis como este.
Tudo que eu queria era provar aquele batom.
Quando voltamos para a sala, eu vi que a Renatinha ficou para trás. Jogou o cigarro na lixeira e olhou pra mim. Fez aquele sinal de “boca de siri”. Eu sorri e balancei a cabeça em silêncio. Fiz a minha primeira expressão “Wando” ali. Imediatamente eu percebi que aquilo era um código. Um código para que eu não contasse aos meus amigos que iríamos nos beijar dali a algumas horas, no remoto segundo pátio. Nosso ninho de paixão.
Obviamente, foi impossível prestar qualquer atenção nas aulas de História, Geografia, Português, etc… A aula rolava, mas eu só olhava a porra do relógio. Mentalizava com algum tipo de poder Jedi para ver se aquele maldito ponteirinho fizesse seu percurso mais rápido. Cada segundo parecia demorar três.
Quando a hora começou a colaborar, se aproximando do meio dia, eu vi em câmera lenta a Renatinha abrindo a mochila e pegando num estojo uma coisa que a princípio pareceu ser um batom. Quando ela passou, eu vi que era Gloss. Gloss era uma espécie de baba absurdamete brilhante que as meninas gostosas da escola passavam nos lábios. E eles ficavam deliciosamente implorando por um beijão. Era o sinal derradeiro.
Quando o alerta de bomba nuclear tocou, anunciando o fim da aula, foi aquela correria. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Eu sentia um frio na coluna. Um cagaço absurdo tomava conta do meu ser. E eu que esperei aquele momento com tanto desejo, tanta sofreguidão, era agora um mero escravo do medo. A menina levantou e saiu conversando com outras duas gostosas que sentavam-se lá na frente.
Eu calculei que aquilo era o despiste. Mulheres são sempre espertas. Enquanto eu dava bobeira com minha tremedeira, meu desespero por aqueles lábios brilhantes com cheirinho de morango, ela saía toda faceira da sala, rindo com as amigas.
Eu fiquei ali na sala, sozinho por algum tempo. Eu tentava adquirir coragem para enfrentar aquela mulher. Era a típica situação em que o caminhoneiro reconhece que se trata de muita areia para o seu caminhãozinho. Mas mesmo assim, resolve encarar.
Saí da sala e fui direto para o banheiro. Lá eu passei uma água no cabelo, arrumei o visual como deu. Tirei os óculos. Fiz aquela cara sensual que só o Wando tem, dei aquela analisada malandra no bafo e saí em busca da presa.
Eu, o matador.
Neste tempo de enrolação, o colégio já estava vazio. Apenas uma pessoa ou outra passava pelos corredores. Eu fui até o pátio.
Quando cheguei lá, vi que havia alguém atrás da mangueira. Lentamente eu circundei aquele grosso tronco…
E não era a Renatinha. PUTA QUE PARIU!
Era uma mulher feia pra caralho. Grandona. Um “IPB”. Uma garota que tinha quase dois metros de altura. Parecia uma… uma girafa.
A menina sorriu pra mim lá de cima. A verdade e que a garota até que não era feia. Ela tinha era um tamanho gigante. Mas comparada com a Renatinha, era uma girafa das savanas Africanas.
A menina falou meio sem graça:
-Oi. Sou eu a sua admiradora.
-… – Eu só pensava. Girafa, girafa…
-Surpreso? – Perguntou ela se aproximando de mim. Aquele corpanzil de jogadora de vôlei.
Eu tentei disfarçar. Chamei ela para conversar num banquinho de cimento que tinha numa parede recuada, discreta. Ela aceitou, toda satisfeita. Querendo beijar. Eu fui, todo sem jeito. A verdade é que eu queria sair da reta, porque essa era do tipo de garota que pega mal até para um psiconerd.
Vou dizer que eu não sou baixinho. Mas ela dava dois de mim. Sentamos e ainda assim eu olhava pra cima para falar com ela.
A menina, coitada (eu esqueci o nome da infeliz. Passei a me recordar dela apenas como girafinha) era super carinhosa. Ela contou que gostava de mim fazia muito tempo, mas que nunca tinha coragem de assumir. O fato de ser de outra sala também atrapalhava.
Não sei se foi pena. Se foi para não desperdiçar a oportunidade, não sei se foi pura falta de mulher.
Eu fiquei com a girafinha naquela tarde. E até que ela beijava bem. Mas depois de algum tempo, caí na real que não daria para namorar aquilo tudo. Eu expliquei pra ela, que não queria namorar ninguém, que estava precisando estudar, que estava fraco em Matemática, aquela conversa de “cerca Lourenço” que se usa para sair fora da outra pessoa.
Mas no meu íntimo, eu gostaria de ser franco com ela e dizer que não estava afim de virar piada. Mas isso seria uma crueldade tremenda. A menina aceitou numa boa. Seus olhos ficaram meio embaçados e ganharam um brilho avermelhado. Ela olhou para a parede com um olhar perdido e ficou em silêncio.
Pensei que ela ia chorar…Eu me senti um filho da puta. Eu percebi que naquele momento eu enfiava uma estaca naquele infeliz coração que batia por mim. Mas ela conseguiu segurar o choro na minha frente, pelo menos.
Eu me senti triste por ela. A girafinha queria namorar comigo. Mas tudo tem um limite. E eu já era esquisito o suficiente para andar com uma estátua do Cristo Redentor do meu lado.
Nos separamos com um último beijo e eu nunca mais vi a girafinha.
Acho que logo depois ela saiu da escola. E nunca mais eu tive uma admiradora secreta na vida.
Novembro 13, 2007 às 6:34 pm
Não sabia que a discussão tinha chegado nesse nível – MSM e Olavo de Carvalho – Achei que os fascistas haviam se contentado com o fracasso que são e morrido na história, ou ainda alguns, como os carecas do ABC que pensam estar na Europa. Porém, percebemos que existem crias desse filósofo de gabinete de tantos argumentos inventados e moribundos na PUC, pra quem não sabe, leiam (se seus estômagos permitirem) Olavo de Carvalho.
É…pelo visto nossa luta irá mais longe, e eles virão com o jogo sujo que é bem da índole desse tipo de “pensador”.
Como disse Salvador Allende que foi morto por um crápula (Como disse acima sobre a índole dessa corja) como Pinochet:
“Colocado en un tránsito histórico, pagaré con mi vida la lealtad del pueblo (…) Tienen la fuerza, podrán avasallarnos, pero no se detienen los procesos sociales ní con el crimen…ní con la fuerza. La historia es nuestra y la hace los pueblos”
¡Viva el pueblo! ¡Vivan los trabajadores!
SALVADOR ALLENDE
11 SEPTIEMBRE DE 1973
Novembro 13, 2007 às 6:50 pm
18hrs não comeã a AULA?
Novembro 13, 2007 às 7:06 pm
alguem aqui trabalha? 18 hr eu saio do serviço…..
e bando de vagal, tomara q morram todos atropelados.
que vcs sejam jurados ao inferno pelo padre
e que aconteça logo a reforma que vcs tanto não querem!!!
Novembro 13, 2007 às 7:24 pm
Ô bando de perdidos
Vocês vão para a Fundação ou para a Cúria????? Cada uma fica num lugar diferente!
Novembro 13, 2007 às 7:57 pm
uma moça da fundação santo andré escreveu o seguinte, acho que é bom para aqueles que vêm criticar pensem um pouco:
Estava aqui me perguntando por que estou tão chateada com essa história toda que está rolando na FSA. Realmente… Uma amiga me disse que eu não posso me deixar levar por essa raiva… Acho que é verdade mesmo… Dizem que cada um tem o que merece… E agora entendo porque esse país é uma MERDA…
Imagina… Um movimento tão pequeno se comparado com os movimentos que o país necessitaria para sair dessa situação de morbidez que está… E não conseguimos juntar todo mundo… Juntar as forças… FAECO, FAFIL, FAENG… Ou FSA… Já que dizem o tempo todo que somos a mesma instituição… Às vezes acho que escolhi o curso errado… Não por não gostar… Mas por ver a atitude das pessoas… A FAECO é diferente mesmo da FAFIL. Uma pena… Todo mundo reclama pelos corredores… Falta de aulas… Aulas fracas… Muitas não agregam nada… Professores tiranos (o pior é quando são sociólogos)… Falta de infra-estrutura… E parece brincadeira… Mas até professor que não “regula” bem das idéias a gente agüenta…
Ai acontece essa crise na FAFIL, todos dizem que é mais um “panelaço” da FAFIL… Mas na primeira oportunidade vão para casa ou para o bar e no fundo devem agradecer a algazarra que a FAFIL promoveu…
O professor entra na sala de aula e começa a “esclarecer” a posição da FAECO… Diz que são contra qualquer tipo de violência e blá blá blá…
Poxa! Que susto! Pensei que ele iria dizer que apoiava aquela coisa toda… Até porque sadismo já é demais não é?!
Mas diz que quanto a essa “história” de greve não vão aderir porque nem sabem greve de que a FAFIL está fazendo…
Achei que em uma faculdade e de alguns professores em especial, nunca ouviria nada desse nível de falsidade… Será que a FAECO não poderia querer entrar em greve por causa da palhaçada que acontece lá desde 2004?! E só posso dizer 2004 porque foi o ano que eu entrei…
Brigas por “poder”… Politicagem total dentro da administração que só prejudicou alunos… Que humilhou… Porque eu tenho certeza que umas das maiores humilhações que eu já passei na vida foi na faculdade… Falta de professores… Trocas constantes de professores sabe-se Deus porque… Professores que todos os anos (e isso sem exagero) são motivo de raiva, frustração, dependência por conta das aulas ridículas… Entra ano… Sai ano… E estou sempre vendo isso… Os mesmos professores as mesmas reclamações… Mas sei lá eu porque ninguém os tira de lá… É realmente… Não temos motivo para nos juntarmos aos “baderneiros” da FAFIL…
Ouvi na Assembléia que muitos na FAECO têm a faculdade paga pelas empresas… Sinceramente isso não é verdade… São poucas essas pessoas… Eu pago a minha faculdade… Desde a primeira mensalidade… E conheço tanta gente na mesma situação… Tem também aqueles que os pais pagam a faculdade… Poxa! Legal para eles… Acho até que é o correto… Sei lá… Mas isso para mim agora é indiferente… Não é uma questão só de valor monetário… Para mim é uma questão de valor moral…
O que eu não vi ninguém dizer até agora é que esse problema não é só nosso… FAFIL, FAECO, FAENG… Esse problema é um problema da sociedade como um todo…
Ouvi muitos dizerem já que querem que essa “MERDA se exploda”… Que está acabando o curso já e que quer mais que tudo aquilo se dane…
Realmente… Estou no quarto no… Nem acredito… Falta só praticamente dois meses para eu sair desse inferno… Nada egoísta esse pensamento né?!
E quanto as outras pessoas?! E quanto as pessoas que um dia irão sair do colégio e tentar entrar na faculdade assim como nós a 4, 3, 2, 1 ano atrás… Ah… Elas que se danem…
Azar delas né?! Acho que é isso que as pessoas pensam… Isso é muito triste… Muito mesmo…
Um certo professor disse que um dia poderia sair de lá da FSA o próximo presidente da república… Nunca pensei que ele pudesse ter tanta razão… Agora vendo o cenário da nossa política… Essa frase cabe perfeitamente…
Desculpem generalizar… Mas realmente… A FSA está formando Administradores de hipocrisia… Economistas de bom senso… Contadores de omissão… Precisa de mais no currículo para gerir um país?!
Peço desculpas a todos aqueles que estão lutando por condições melhores… FAFIL… FAENG… E a turma de Relações Internacionais da FAECO… Mas ontem quando fui para a faculdade, mal pude olhar na cara das pessoas que fazem parte da minha vida a pelo menos quatro anos… Não me conformo com esse comodismo… Mas percebo que estou sozinha… Minhas mais sinceras desculpas mesmo… E os meus mais sinceros parabéns… Obrigada… Por não serem egoístas e lutarem por todos nós… E infelizmente dizer que escrever esse texto é o máximo que eu poderei fazer para manifestar minha indignação…
Quando vemos os cursos que são cursados na FAFIL, é inevitável não pensarmos na figura de um professor… Então só gostaria de lembrar aos alunos da FAECO, porém e limitando ao máximo a formação dos alunos da FAFIL, que ninguém lá (e disso eu tenho certeza…) chegou à faculdade sem ter passado por uma sala de aula com professores de Física… Geografia… História… Letras… Matemática…
Mas azar o deles não é mesmo?! O que a FAECO tem com os problemas da FAFIL…
Jéssica – 4º ano de Economia
21 de Setembro de 2007 06:49
Novembro 13, 2007 às 9:06 pm
Fafil, Faeco, Fefe, Fifi e Fófó…tantas siglas, tantas palavras, e nada resta ao não ser ovazio…
Vazio de ideais…vazio de propósitos.
PROCUREM O QUE FAZER…
Novembro 13, 2007 às 9:26 pm
A playboyzada fica em choque ao menor sinal luta…
Fiquem tranquilo, que ninguém vai dificultar para vocês não pegarem DP, muito menos vamos invadir a empresa do seu pai e pegar como refém.
os reaça… são marionete dos do sistema… sem opinião própria, lutam contra algo que nem mesmo entendem…
Safados! Vão toma bala que ganham mais!
Novembro 14, 2007 às 12:02 am
Ah, magina. Quem toma bala “alimenta o sistema” mas esse bando de maconheiro demagogo do prédio velho, jamais!
Todo mundo fala em democracia, liberdade de expressão e autonomia universitária, já que são garantias constitucionais, e -lógico- nesse ponto, que lhes interessa, é conveniente pedir auxílio para a jurisdição brasileira. Mas a polícia não pode entrar na puc, MAGINA! nem que seja pra prender um traficantezinho sequer.
Amo a PUC do fundo do meu coração, e não tenho absolutamente NADA contra o pessoal do prédio velho. Inclusive, acho que os cursos deficitários devem ser mantidos, mas a inadimplência exacerbada e injustificada deve ser combatida. Mas querer se comparar com 77 é muita arrogância, puta que o pariu!
Hoje eu vi uma aluna de pedagogia sendo linchada (verbalmente falando) só por que não concordava com a porra da invasão. CACETE! Isso é Democracia pra vocês?
Novembro 14, 2007 às 2:44 am
Durante o ato de hoje fomos “escoltados” pela polícia. O comandante, por incrível que pareça, tinha uma fala mais progressista do que muita gente que anda postando por aqui…
“A polícia não é mais uma barreira para vocês. Agora somos uma polícia voltada para o cidadão.”
Até a fala do Cel. Joviano, comandante do choque que desocupou a Reitoria foi mais progressistas que muitos reacionários aqui…
Novembro 14, 2007 às 11:26 am
Para EU,
Seu discurso é tão vazio quanto vc. Conseguiu se perder em um texto de 5 parágrafos!
A questão aqui não é ter ou não ter alguma coisa contra ou a favor dos estudantes do prédio velho (que aliás com seu primeiro comentário “esse bando de maconheiro demagogo”, deixou bem claro que tem sim algo contra, e eu como estudante do prédio velho me sinto atingida e deveria lhe perguntar se ter como provar que sou maconheira?)
A questão é: se amasse realmente a PUC, saberia (se estivesse aproveitando o movimento que esta acontecendo para se informar sobre os reais problemas da sua universidade, ao invés de ficar aqui postando comentários inutéis) que o projeto de resedenho que esta reitoria fascista quer implantar quer sucatear a maioria dos cursos de Humanas, além de incentivar cursos de curta duração (e curta qualidade) e reafirmar uma organização antidemocrática dentro da universidade.
Agora, reavalie seu post e verá como foi totalmente sem lógica: Vc se mostrou indignado por (talvez) ter visto uma aluna ser questionada sobre a posiçao dela em relação à ocupação (o que realmente não acredito que tenha acontecido, pois nos que participação do processo de ocupação temo o proposito de promover o dialogo e levar informaçoes a todos), mas o que fez foi muito pior; ofendeu a todos os que estudam no prédio velho, sem ter a informação que existem muitos alunos (conscientes e não passivos) do prédio novo que estão apoiando todo o movimento.
E sim, o que aconteceu na madrugada de sabado pode sim ser comparado à 77, pois a força, a repressão se impos ao dialogo (que desde o começo buscamos) e a democracia.
Novembro 14, 2007 às 2:09 pm
O que é aquilo na frente da PUC? Pessoas do MST? Claro que não. São os desocupados que resolveram acampar.
Depois de conhecer o movimento de vocês fiquei com mais indignação ainda. Como vocês conseguem ser tão patéticos?
Que porcaria de revolucionários são vocês?
Vocês nem têm voz ativa. A esmagadora maioria discorda da palhaçada que estão fazendo.
Querem algo melhor? Então comecem fazendo algo que preste da vida ao invés de ficar vagabundeando…
Novembro 14, 2007 às 2:33 pm
Gostaria de Atribuir realmente o Magnífico, à a Reitoria de Maura Veras, atriburia sim, mas me reservo no direito de questinar isso e a falta de diálogo, entre reitoria e comissão estudantil.Onde está a democratizaçao de ambas as partes, uma pena que a Instituiçao tenha chegado a este ponto.
Denis Renan
Novembro 14, 2007 às 4:41 pm
Mariana, repito: não tenho nada contra os alunos do prédio velho.
Existe gente legal e bem intencionada lá, assim como existe um bando de demagogo que só repete o mesmo discurso. Do mesmo jeito que tem um monte de playboy acomodado no prédio novo. Não disse que só tem gente assim no prédio velho, releia.
Eu sei sobre o redesenho desde o começo do ano (quando estava ingressando na PUC). e também não acho justo que os cursos deficitários sejam prejudicados, e nem concordo com o jeito que tudo isso foi discutido pela reitoria.
Uma pena que você tenha tempo de sobra pra me julgar de graça, dizendo que sou uma pessoa vazia e que o meu texto é contraditório, mas em nenhum momento tenha citado a contradição contida nas atitudes deste movimento (clamar pela democracia e cuspir em cima da mesma depois), sugerido uma proposta de redesenho ou ainda se mobilizado para fazer um levantamento REAL da situação dos inadimplentes.
O processo do redesenho é anti-democrático?Sinto muito, mas essa invasão também é.
Se você se incomodou com o estereótipo que eu citei, deve ter vestido a carapuça.
Novembro 14, 2007 às 4:53 pm
E se invadiram a reitoria pra PROTESTAR, por que ficaram fazendo festinha?
Invasão de reitoria já é algo tão banalizado que virou um tiro no pé: desintegra a comunidade, atrapalha a rotina normal da universidade e acaba com o nome da instituição.
É muito fácil colocar a culpa sobre absolutamente TUDO na reitoria, sem ao menos verificar se existem inadimplentes que não pagam por mera “ideologia”.
A reitoria tem atitudes cretinas e a sua parcela de culpa SIM. Tanto a própria como a fundação são paulo realizaram atos desprezíveis contra os alunos inadimplentes, que vão contra a própria legalidade.
Quando a reitoria queria fazer a “rematrícula” no meio do ano para os alunos de direito (o que é um absurdo, por que o curso de direito para os veteranos é ANUAL), o 22 de agosto apresentou uma representação ao MPF contra a PUC. Diga-se de passagem, isso solucionou o problema, sendo mais eficiente do que uma invasão de reitoria arbitrária e anti-democrática como esta!
Novembro 14, 2007 às 5:01 pm
ALIÁS, você leu o que o ex-presidente da UNE disse falou sobre a ocupação?
Não?Deveria ler.
Novembro 14, 2007 às 5:02 pm
A GALERA DO BLOG DEVE CONSIDERAR MUITO DO QUE É DITO AQUI NO BLOG (COISAS SÉRIAS) PRA LEVAR PRA DISCUSSÃO NA UNIVERSIDADE E GOSTARIA A PARTICIPAÇÃO TAMBÉM DOS CRÍTICOS NOS ASEMBLÉIAS PQ TA MTO CHATO TODO MUNDO SE APLAUDE.
Novembro 14, 2007 às 5:04 pm
A GALERA DO BLOG DEVE CONSIDERAR MUITO DO QUE É DITO AQUI NO BLOG (COISAS SÉRIAS) PRA LEVAR PRA DISCUSSÃO NA UNIVERSIDADE E GOSTARIA A PARTICIPAÇÃO TAMBÉM DOS CRÍTICOS NOS ASEMBLÉIAS PQ TA MTO CHATO TODO MUNDO SE APLAUDE.
Novembro 14, 2007 às 5:05 pm
A UNE não representa mais o movimento estudantil, virou uma briga política pros futuros vereadores.
Novembro 14, 2007 às 6:13 pm
E a APROPUC, AFAPUC e meia dúzia de estudantes das sociais e do jornalismo representam alguém?
Repito a pergunta: fumar maconha faz alguém menos idiota do que quem toma bala?
Novembro 14, 2007 às 6:36 pm
VC se representa!
Faça vc.
Novembro 14, 2007 às 6:46 pm
Olha… Bem que eu tento frequentar as assembléias..mas o que eu mais vi foi gente que discorda sendo linchada (verbalmente)
Novembro 16, 2007 às 2:03 am
Tá, mas quem não toma nada, como a mairoia dos estudantes de direito, é certamente infinitamente menos idiota. Vocês são idiotas, além de darem o dinheirinho do papai pra traficantes comprarem balar de verdade, ainda queimam os próprios neuronios e não deixam os estudantes sérios que querem estudar em paz!
CARA, VAI INVADIR O MORRO DO DENDÊ!!!!
Novembro 16, 2007 às 5:20 pm
dá-lhe choque! Disse:
Novembro 16, 2007 em 2:03 am
Estuda mto cara, assim como eu, mas não para pra pensar se suas disciplinas vão ser diminuidas ou vai ter aumento na mensalidade no seu curso, pq quem faz isso não estuda, assim como eu. Não dá pra fazer duas coisas…
Novembro 16, 2007 às 5:25 pm
eu Disse:
eu pretendo lançar algumas críticas em relação ao foco da mobilização do pessoal, vou ser criticado, mas nem sempre falando coisas bonitas é que está a verdade (do seu ponto de vista), ja dei mto a cara a tapa, pra faze isso em assmebléia qual o problema, afinal, não dizem que é democracia.