Assembléia Geral dos Estudantes da PUC-SP!
Hoje, na frente do TUCA.
Apareça e faça sua voz ser ouvida.
Antes, ato por toda a PUC convocando a assembléia, a partir das 18h30, no pátio da Cruz.
Confira vídeos do Choque na PUC.
Assembléia Geral dos Estudantes da PUC-SP!
Hoje, na frente do TUCA.
Apareça e faça sua voz ser ouvida.
Antes, ato por toda a PUC convocando a assembléia, a partir das 18h30, no pátio da Cruz.
Confira vídeos do Choque na PUC.
Novembro 12, 2007 às 5:03 pm
que esse ato não seja de novo batucada que aconteceu da ultima vez, que ao invés de integtrar o pessoal acabou não gerando efeito nenhum. proponho fazer como o pessoal do direito fez, informar o pessoal da situação e convidá-los a assembléia, para que seja composta por uma grande quantidade de alunos e não só aqueles que se confraternizam com a batucada. (eu acho mó barato a batucada, mas nem todo mundo acha).
Novembro 12, 2007 às 5:05 pm
Concordo com você, por isso que pretendemos fazer também uma boa passagem em sala, conversando e chamando todos para a assembléia.
Novembro 12, 2007 às 5:59 pm
E além de passar em sala de aula, convocando os alunos a parciparem, seria ótimo se fizessem um informativo explicando passo a passo o que é o redesenho institucional. Mas um INFORMATIVO, não um “OPINATIVO”. As coisas ainda estão muito nebulosas e pelo o que eu conversei com as pessoas, ninguém sabe muito bem o que é isso.
Antes das pessoas participarem, elas precisam saber sobre o que estão falando.
Novembro 12, 2007 às 6:45 pm
E viva a opinião apolítica e de total desconhecimento das táticas de movimento social quando o povo, o social, é minoria e só se faz ouvido quando chama a atenção. Há opiniões do pessoal apenas sobre o movimento que faz barulho, mas do movimento que é na surdinha, como o da reitoria que invade a PUC na calada, eles não se manifestam, será que a tática da surdina e desinformação os pregarão uma peça de tamanha contradição quanto à argumentação? A política desses que aqui expressam a opinião é a política do silêncio e quem cala consente, consente com a situação imposta pela pseudo-democracia. A maior parte dos estudantes não participa, se dizem apolíticos ou ainda fazem política apenas votando para as eleições majoritárias e representativas obrigatoriamente. Mesmo assim, se prender ao barulho, à forma que ocorre o movimento é superficialismo demais, não discutem a essência da manifestação, do movimento, e com essa atitude de se acomodar, enterram o movimento estudantil combativo. É importante a direção do movimento saber usar essa linguagem para os alienados, mas duvido que mudando a linguagem eles vão tirar a poupança da cadeira e deixar de fazer o de sempre, como aquela música do Chico Buarque sobre a rotina. Nossa situação é essa muito por causa dessas opiniões de que manifestação política é bagunça, de que o jornalismo tem que ser imparcial, informativo e não expressar opinião. Uma pena não saberem que Folha, Estado, Globo e a grande imprensa colocam informação com fins políticos sim, veja a famosa divulgação que a Rede Globo fez das Diretas Já, note como se fala de Reforma Agrária, sobre Reforma Universitária. É importante ter pensamento crítico para vencer as ilusões e superficialidades da realidade. Os estudantes não se unem nem quando uma parte é atacada e ficam nas mesquinharia de ver os detalhes.
Esse movimento dito barulhento se manifesta para proteger os direitos de todos os alunos, luta por educação de qualidade, para a divulgação livre do conhecimento, sem que seja vendido como qualquer produto, defendem a educação pública e de qualidade, portanto, defendem todos.
Novembro 12, 2007 às 6:58 pm
Bando de paspalhos…
Novembro 12, 2007 às 7:00 pm
Por que não trabalhar, repetimos a sugestão, a proposta de debates convocados por cada CA sobre o tema, depois uma Assembléia Geral convocada com antecedência. Com isso, pode-se construir um calendário, unir os estudantes e fazer com que a Reitoria aceite construir um calendário e um debate conjunto.
O 444
Novembro 12, 2007 às 7:13 pm
Bom, seguindo o Roberto, também quero lembrar uma música do Chico Buarque:
“Vai trabalhar, vagabundo
Vai trabalhar, criatura
Deus permite a todo mundo
Uma loucura
Passa o domingo em familia
Segunda-feira beleza
Embarca com alegria
Na correnteza”
Novembro 12, 2007 às 7:19 pm
PERGUNTA DO DIA AOS NOBRES DESCALÇADOS E DESCAMISADOS OPRIMIDOS DA PUC: QUEM SUSTENTA O MOVIMENTO RIDICULO DE VCS?
PAPAI E MAMÃE? VOVÓ? TITIOS CHAVES, FIDEL E O FORO DE SAO PAULO? MARCO AURELIO GARCIA E O GOVERNO LULLA? FERNANDINHO BEIRAMAR, MORRO DO BOREL E AS FARCS? OU SÃO OS TRAFICANTES DA PRAINHA?
TÁ NA HORA DE VCS PERDEREM A VERGONHA E MOSTRAREM A VERDADEIRA FACE.
PUNIÇÃO PARA OS INVASORES BADERNEIROS. EXPULSÃO IMEDIATA DE TODOS OS ENVOLVIDOS.
POR UMA UNIVERSIDADE REALMENTE PONTIFÍCIA.
CAVÊRA NELES>>>>>>
Novembro 12, 2007 às 7:21 pm
Cara al sol con la camisa nueva
que tú bordaste en rojo ayer,
me hallará la muerte si me lleva
y no te vuelvo a ver.
Formaré junto a mis compañeros
que hacen guardia sobre los luceros,
impasible el ademán,
y están presentes en nuestro afán.
Si te dicen que caí,
me fui al puesto que tengo allí.
Volverán banderas victoriosas
al paso alegre de la paz
y traerán prendidas cinco rosas:
las flechas de mi haz.
Volverá a reír la primavera,
que por cielo, tierra y mar se espera.
Arriba escuadras a vencer
que en España empieza a amanecer.
Novembro 12, 2007 às 7:23 pm
Novembro 12, 2007 às 7:28 pm
Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR)
por Carlos I.S. Azambuja em 19 de setembro de 2007
Resumo: Organização maoísta mantida com verbas obtidas sob a fachada de uma ONG dedica-se a preparação do terror revolucionário no Brasil.
© 2007 MidiaSemMascara.org
O Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), segundo o site http://www.estudantesdopovo.hpg.ig.com.br, foi constituído num Encontro realizado no período de 29 de abril a 1 de maio de 2001, por um grupo de militantes maoístas que rompeu com o “reformismo” do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8) e da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) no Congresso dessa entidade, realizado em 1995 em Goiânia. Esses estudantes decidiram não mais participar da UBES e da União Nacional de Estudantes (UNE). Em 2000, no I Encontro Nacional dos Estudantes do Povo, em que foi constituído, o MEPR, em uma declaração, assinalou que se guia por dois princípios: “servir ao povo de todo o coração” e “ser tropa de choque da revolução”. Foi o seguinte o caminho percorrido por esse Movimento:
- 1995 – Rompimento com o nacional reformismo do MR-8 e a da UBES no congresso de Goiânia.
- 1997 – Marco da posição anti-imperialista: manifestação contra a ALCA e o Mercosul, durante o Encontro das Américas, em Belo Horizonte.
- 1999 – Apoio à luta da ocupação de sem-casas na Vila Bandeira Vermelha em Betim- MG.
- 2000 – I Encontro Nacional dos Estudantes do Povo – decisão de constituir o Movimento Estudantil Popular Revolucionário.
- 2001 – Realização da I Assembléia Nacional dos Estudantes do Povo.
- 2002 – II Assembléia Nacional dos Estudantes do Povo.
- 2003 – Manifestação no consulado do Estados Unidos, no Rio de Janeiro, contra a agressão ianque no Iraque.
- III Assembléia Nacional dos Estudantes do Povo.
Em março de 2003, no Rio de Janeiro, um grupo de cerca de 30 militantes do MEPR, com pedras e coquetéis molotov protestou no centro da cidade contra a guerra no Iraque; quebraram vidros do Consulado dos EUA, apedrejaram carros da Polícia Militar e lançaram explosivos contra o prédio da representação diplomática. Agências bancárias, do Banco do Brasil e Banco Itaú, e uma lanchonete da rede McDonald’s também foram alvos de ataques. Quando da baderna, panfletos do MEPR com o título “Viva o heróico povo iraquiano. Morte às tropas assassinas norte-americanas”, foram distribuídos.
Em setembro de 2003, atendendo ao convite da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas, militantes do MEPR compareceram ao 3º Congresso da Liga, realizado na cidade de Jaíba, Norte de Minas Gerais, no final de setembro, onde cerca de 4 mil famílias estão em luta pela terra. Em julho de 2003, militantes do MEPR já haviam estado nas cidades de Jaíba e Manga, ambas em Minas Gerais, participando dos preparativos desse Congresso. Isso, sem dúvida, configura que o MEPR é o braço estudantil da Liga dos Camponeses Pobres, apenas mais um dos cerca de cem grupos organizados de sem-terras atuantes em todo o Brasil, defendendo abertamente uma revolução agrária. A Liga dos Camponeses Pobres é, por sua vez, o braço camponês da Liga Operária Camponesa-LOC (uma cisão da organização Ala Vermelha que, por sua vez, já era uma cisão do Partido Comunista do Brasil), uma organização de linha maoísta. Pode ser assinalada a existência da Liga dos Camponeses Pobres no Norte de Minas Gerais, no Centro-Oeste de Minas Gerais e a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia. Todas essas organizações tiveram origem nas Comissões Camponesas de Luta (CCL) que começaram a surgir no ano 2000. Em 23 e 24 de novembro de 2003 foi a vez da LCP de Rondônia realizar seu III Congresso, na cidade de Jaru, com a presença de cerca de 700 pessoas, além de um movimento de mulheres denominado Movimento Feminino Popular e de estudantes do Movimento Estudantil Popular.
A LIGA INTERNACIONAL DE LUTA DOS POVOS (ILPS)
A ILPS, entidade que reuniu organizações democráticas da Ásia, África, América Latina, América do Norte, Europa e Oceania, em Zutphen, Países Baixos, num Congresso ao qual compareceram 336 delegados e convidados, representando 232 organizações maciças de 40 países: Afeganistão, Argentina, Austrália, Áustria, Bangladesh, Bélgica, Benin, Brasil, Burma, Canadá, Congo, República Dominicana, Equador, Inglaterra, França, Alemanha, Grécia, Índia, Indonésia, Irã, Itália, Japão, Luxemburgo, Malásia, México, Nepal, Países Baixos, Nova Zelândia, Nigéria, Noruega, Paquistão, Peru, Filipinas, Escócia, Coréia do Sul, Espanha, Suíça, Tailândia, Turquia e EUA, reunindo forças progressistas de todo o mundo, para lutar pela independência nacional, pela democracia e pela libertação social de encontro ao imperialismo e à reação.
O Congresso elegeu um Comitê de Coordenação Internacional composto por 35 pessoas de diversos países. O Comitê é o órgão mais elevado de tomada de decisões, e elegeu, entre seus membros, um Grupo de Coordenação Internacional, composto por 10 pessoas. Esses órgãos ficarão sediados em Utrecht, nos Países Baixos.
Ao Congresso de fundação compareceram delegações de 38 países, inclusive do Brasil. A delegação brasileira, estava assim composta:
CEBRASPO (CENTRO BRASILEIRO DE SOLIDARIEDADE AOS POVOS)
Raquel Scarlatelli
Silvia Gomes
Liga dos Camponeses Pobres
Jose Francisco Gomes
Liga Operaria Camponesa
Gerson Lima
Paulo Oliveira
LIGA OPERÁRIA CAMPONESA E LIGA DOS CAMPONESES POBRES
A Liga Operária Camponesa (LOC) é uma organização de esquerda, linha chinesa, cuja estratégia, como se sabe, é o cerco da cidade pelos campos, surgida de uma cisão da Ala Vermelha, em MG (OBS: a Ala Vermelha, também seguidora da linha chinesa, fundada nos anos 60 e desmantelada quando da luta armada dos anos 60 e 70, foi reativada em decorrência de uma cisão no PCR-Partido Comunista Revolucionário, ocorrida em 1999). A Liga dos Camponeses Pobres, em MG, e o Movimento Revolucionário dos Sem-Terra, em Rondônia, são o braço camponês da LOC.
A LOC defende abertamente a luta armada no campo em longo prazo (recorde-se que a Guerrilha do Araguaia, também de linha chinesa, teve seu nascimento ainda no governo João Goulart, quando, em março de 1964, diversos militantes do PC do B foram mandados a Pequim receber treinamento militar. Esses militantes, no regresso, a partir de 1966 começaram a se radicar na região do Araguaia e a guerrilha somente foi descoberta, por acaso, em 1972!).
O Movimento Camponês Corumbiara era constituído por uma maioria de bandidos e pistoleiros que exploravam os genuínos trabalhadores rurais, através da cobrança de “taxas”, como ocorre na Colômbia com as FARC, e no Peru, com o Sendero Luminoso. Esses bandidos e pistoleiros agora integram o Movimento Revolucionário dos Sem-Terra.
Estima-se que a linha radical da LOC tenha atraído cerca de 300 militantes (observem: militantes e não sem-terra) distribuídos em pequenas equipes em glebas de terra invadidas. A função desses militantes seria semelhante a dos Comissários Políticos na Rússia após a Revolução Bolchevique, ou seja, representantes do partido junto ao povo.
A LOC inicialmente, aproximadamente no ano de 2000, ou até antes, recebia repasses, em MG, de uma entidade denominada Instituto de Educação do Trabalhador, do governo do Estado, bem como doações vindas do exterior.
Em 29 de março de 2002, o Jornal da Tarde registrou a presença no Brasil do “comandante Bernal” (possivelmente Carlos Bernardes), das FARC, atuando junto a lideranças da LOC e do MRST, objetivando, segundo a matéria do JT, convencê-los à não realização de ações radicais. O “comandante Bernal” diz-se agrônomo e cafeicultor na Colômbia e garante ter evitado uma série de quatro seqüestros políticos a empresários antes das eleições de 1998, no Brasil. Bernal diz-se um dos 10 integrantes do comando superior das FARC e, ao longo dos últimos três anos esteve oito vezes em território brasileiro, viajando sem restrições por São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rondônia. Diz a matéria do JT que em março de 2001 Bernal estava em São Paulo, no Hospital da Beneficência Portuguesa revisando uma cirurgia de redução de hérnia feita 4 meses antes. Segundo Bernal, em julho de 1998, a LOC assaltou uma Agência Postal em Porto Velho, levando cerca de 50 mil reais. Um mês depois, ainda em Rondônia, 5 homens estouraram os cofres de uma agência do Banco do Brasil em Machadinho do Oeste. Diz ainda Bernal que o MRST teria cerca de 300 combatentes, cujas raízes, da mesma forma que as da LOC, podem ser encontradas no interior de MG. Um dos líderes da LOC, talvez o mais importante, “Boné” (trata-se de Albênzio Dias de Carvalho), seguindo o modelo das FARC, paga um soldo de 300 reais a seus milicianos. Em Serro, Vale do Jequitinhonha, local de atuação da Liga dos Camponeses Pobres, há um campo de treinamento militar. Também em uma área de terreno hostil, conhecida como Iaipú, a 400 km de Porto Velho é feito treinamento militar. Com o dinheiro recebido de ONGs internacionais, a LOC adquire equipamento pesado, fuzis russos AK-47 e americanos AR-15, além de submetralhadoras UZI israelenses. Segundo Bernal, por sua interferência direta, dois dirigentes, Estevão Moraes e Vazim de Souza foram levados por 6 meses a um centro de treinamento em La Sombra, Colômbia. Bernal, que diz ter aderido à guerrilha em 1983, é formado em Agronomia na Colômbia e pós-graduado na Inglaterra, fala quatro idiomas além do espanhol: russo, chinês inglês e português. Tem cabelos grisalhos, é baixo, atarracado, aparenta 55 anos e veste-se com surpreendente elegância quando fora da selva.
A respeito das declarações acima, registre-se que no município de Serro, Vale do Jequitinhonha, há uma fazenda de propriedade de Ricardo Carvalho, irmão de Albênzio Dias de Carvalho, o “Boné”, acima citado, que está vivendo na clandestinidade.
Albênzio Dias de Carvalho é o principal ideólogo da LOC: metalúrgico de profissão, nascido em 05 de maio de 1954 em Gouveia/MG, identidade nº 668.352-SSP/MG, casado com Maria de Fátima Oliveira. Entrou para o Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8) em 1978 e já em 1979 integrava o Comitê Regional MG dessa Organização. Em 23 de maio de1980 foi detido em BH vendendo o “Hora do Povo”, jornal porta-voz do MR-8. Nesse mesmo ano de 1980 passou a integrar o Comitê Central do MR-8 e em 1982 a Comissão Política do Comitê Central. Em 1981 foi candidato (derrotado) à presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de BH. Em 1982 foi candidato (derrotado) a deputado estadual pelo PMDB/MG. Em 1987 foi nomeado para o gabinete de Raquel Braga Scarlatelli Pimenta, na Secretaria de Trabalho e Ação Social, passando a ter acesso às verbas do FAT e do Instituto de Educação do Trabalhador. Em 1990 foi candidato a deputado federal pelo PMDB/MG, sendo novamente derrotado.
Uma outra liderança da LOC é Gerson Antonio Guedes Lima, também ex-militante do MR-8 e do Partido Comunista Revolucionário (PCR), que tem sede em Recife e muitos militantes em MG. Abandonou o PCR em 1999, quando foi reativada a Ala Vermelha e, em seguida, foi um dos fundadores da LOC. Foi presidente da Associação de Moradores de Vila Corumbiara, em Corumbiara, Rondônia. É filho de Gerson Santos e de Cleci Guedes Cota, profissão metalúrgico. Foi militante do MR-8 desde pelo menos 1980, quando foi detido no bairro Barreira, em BH, vendendo exemplares do jornal “Hora do Povo”. Já em abril de 1983 seu nome constava no expediente desse jornal como gerente do “Hora do Povo” em BH. Foi preso, juntamente com outras três pessoas, em junho de 1983, em BH, pela Polícia Militar e encaminhado ao DOPS/BH, por estar fazendo pichações no centro da cidade. Em 1989 viajou à Nicarágua integrando a 3ª Brigada de Colheita de Café. Assim como “Boné”, foi funcionário da Secretaria Estadual do Trabalho/MG durante a gestão do governador Newton Cardoso (1987-1991), com acesso às verbas do FAT para o IET-Instituto de Estudos do Trabalhador, presumivelmente uma ONG de fachada da LOC.
Observe-se que Raquel Braga Scarlatelli Pimenta e Gerson Antonio Guedes Lima estiveram presentes no Congresso de fundação da Liga Internacional de Luta dos Povos, representando, respectivamente, o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e a Liga Operária Camponesa.
Uma pergunta: Será que os diligentes órgãos de Inteligência dezte país sabiam disso
Novembro 12, 2007 às 7:28 pm
Favor não nos atrapalhar, estaremos em prova.
Não somos obrigados a ouvir os bebes chorões.
Novembro 12, 2007 às 7:48 pm
sejam bem vindos ao clube colégas puqueanos alguém tem dúvida de que precisamos nos unir?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
fsa*****por um ensino humanista e democrático
ésta luta é por vcs também, conformistas reacionários e todas as críticas serão elogios vindos de mentes tão alienadas, estudantes do Brasil ,é a hora!!!!
Novembro 12, 2007 às 8:00 pm
A mentalidade revolucionária
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 16 de agosto de 2007
Desde que se espalhou por aí que estou escrevendo um livro chamado “A Mente Revolucionária”, tenho recebido muitos pedidos de uma explicação prévia quanto ao fenômeno designado nesse título.
A mente revolucionária é um fenômeno histórico perfeitamente identificável e contínuo, cujos desenvolvimentos ao longo de cinco séculos podem ser rastreados numa infinidade de documentos. Esse é o assunto da investigação que me ocupa desde há alguns anos. “Livro” não é talvez a expressão certa, porque tenho apresentado alguns resultados desse estudo em aulas, conferências e artigos e já nem sei se algum dia terei forças para reduzir esse material enorme a um formato impresso identificável. “A mente revolucionária” é o nome do assunto e não necessariamente de um livro, ou dois, ou três. Nunca me preocupei muito com a formatação editorial daquilo que tenho a dizer. Investigo os assuntos que me interessam e, quando chego a algumas conclusões que me parecem razoáveis, transmito-as oralmente ou por escrito conforme as oportunidades se apresentam. Transformar isso em “livros” é uma chatice que, se eu pudesse, deixaria por conta de um assistente. Como não tenho nenhum assistente, vou adiando esse trabalho enquanto posso.
A mente revolucionária não é um fenômeno essencialmente político, mas espiritual e psicológico, se bem que seu campo de expressão mais visível e seu instrumento fundamental seja a ação política.
Para facilitar as coisas, uso as expressões “mente revolucionária” e “mentalidade revolucionária” para distinguir entre o fenômeno histórico concreto, com toda a variedade das suas manifestações, e a característica essencial e permanente que permite apreender a sua unidade ao longo do tempo.
“Mentalidade revolucionária” é o estado de espírito, permanente ou transitório, no qual um indivíduo ou grupo se crê habilitado a remoldar o conjunto da sociedade – senão a natureza humana em geral – por meio da ação política; e acredita que, como agente ou portador de um futuro melhor, está acima de todo julgamento pela humanidade presente ou passada, só tendo satisfações a prestar ao “tribunal da História”. Mas o tribunal da História é, por definição, a própria sociedade futura que esse indivíduo ou grupo diz representar no presente; e, como essa sociedade não pode testemunhar ou julgar senão através desse seu mesmo representante, é claro que este se torna assim não apenas o único juiz soberano de seus próprios atos, mas o juiz de toda a humanidade, passada, presente ou futura. Habilitado a acusar e condenar todas as leis, instituições, crenças, valores, costumes, ações e obras de todas as épocas sem poder ser por sua vez julgado por nenhuma delas, ele está tão acima da humanidade histórica que não é inexato chamá-lo de Super-Homem.
Autoglorificação do Super-Homem, a mentalidade revolucionária é totalitária e genocida em si, independentemente dos conteúdos ideológicos de que se preencha em diferentes circunstâncias e ocasiões.
Recusando-se a prestar satisfações senão a um futuro hipotético de sua própria invenção e firmemente disposto a destruir pela astúcia ou pela força todo obstáculo que se oponha à remoldagem do mundo à sua própria imagem e semelhança, o revolucionário é o inimigo máximo da espécie humana, perto do qual os tiranos e conquistadores da antigüidade impressionam pela modéstia das suas pretensões e por uma notável circunspecção no emprego dos meios.
O advento do revolucionário ao primeiro plano do cenário histórico – fenômeno que começa a perfilar-se por volta do século XV e se manifesta com toda a clareza no fim do século XVIII – inaugura a era do totalitarismo, das guerras mundiais e do genocídio permanente. Ao longo de dois séculos, os movimentos revolucionários, as guerras empreendidas por eles e o morticínio de populações civis necessário à consolidação do seu poder mataram muito mais gente do que a totalidade dos conflitos bélicos, epidemias terremotos e catástrofes naturais de qualquer espécie desde o início da história do mundo.
O movimento revolucionário é o flagelo maior que já se abateu sobre a espécie humana desde o seu advento sobre a Terra.
A expansão da violência genocida e a imposição de restrições cada vez mais sufocantes à liberdade humana acompanham pari passu a disseminação da mentalidade revolucionária entre faixas cada vez mais amplas da população, pela qual massas inteiras se imbuem do papel de juízes vingadores nomeados pelo tribunal do futuro e concedem a si próprios o direito à prática de crimes imensuravelmente maiores do que todos aqueles que a promessa revolucionária alega extirpar.
Mesmo se não levarmos em conta as matanças deliberadas e considerarmos apenas a performance revolucionária desde o ponto de vista econômico, nenhuma outra causa social ou natural criou jamais tanta miséria e provocou tantas mortes por desnutrição quanto os regimes revolucionários da Rússia, da China e de vários países africanos.
Qualquer que venha a ser o futuro da espécie humana e quaisquer que sejam as nossas concepções pessoais a respeito, a mentalidade revolucionária tem de ser extirpada radicalmente do repertório das possibilidades sociais e culturais admissíveis antes que, de tanto forçar o nascimento de um mundo supostamente melhor, ela venha a fazer dele um gigantesco aborto e do trajeto milenar da espécie humana sobre a Terra uma história sem sentido coroada por um final sangrento.
Embora as distintas ideologias revolucionárias sejam todas, em maior ou menor medida, ameaçadoras e daninhas, o mal delas não reside tanto no seu conteúdo específico ou nas estratégias de que se servem para realizá-lo, quanto no fato mesmo de serem revolucionárias no sentido aqui definido.
O socialismo e o nazismo são revolucionários não porque propõem respectivamente o predomínio de uma classe ou de uma raça, mas porque fazem dessas bandeiras os princípios de uma remodelagem radical não só da ordem política, mas de toda a vida humana. Os malefícios que prenunciam se tornam universalmente ameaçadores porque não se apresentam como respostas locais a situações momentâneas, mas como mandamentos universais imbuídos da autoridade de refazer o mundo segundo o molde de uma hipotética perfeição futura. A Ku-Klux-Klan é tão racista quanto o nazismo, mas não é revolucionária porque não tem nenhum projeto de alcance mundial. Por essa razão seria ridículo compará-la, em periculosidade, ao movimento nazista. Ela é um problema policial puro e simples.
Por isso mesmo é preciso enfatizar que o sentido aqui atribuído ao termo “revolução” é ao mesmo tempo mais amplo e mais preciso do que a palavra tem em geral na historiografia e nas ciências sociais presentemente existentes. Muitos processos sócio-políticos usualmente denominados “revoluções” não são “revolucionários” de fato, porque não participam da mentalidade revolucionária, não visam à remodelagem integral da sociedade, da cultura e da espécie humana, mas se destinam unicamente à modificação de situações locais e momentâneas, idealmente para melhor. Não é necessariamente revolucionária, por exemplo, a rebelião política destinada apenas a romper os laços entre um país e outro. Nem é revolucionária a simples derrubada de um regime tirânico com o objetivo de nivelar uma nação às liberdades já desfrutadas pelos povos em torno. Mesmo que esses empreendimentos empreguem recursos bélicos de larga escala e provoquem modificações espetaculares, não são revoluções, porque nada ambicionam senão à correção de males imediatos ou mesmo o retorno a uma situação anterior perdida.
O que caracteriza inconfundivelmente o movimento revolucionário é que sobrepõe a autoridade de um futuro hipotético ao julgamento de toda a espécie humana, presente ou passada. A revolução é, por sua própria natureza, totalitária e universalmente expansiva: não há aspecto da vida humana que ela não pretenda submeter ao seu poder, não há região do globo a que ela não pretenda estender os tentáculos da sua influência.
Se, nesse sentido, vários movimentos político-militares de vastas proporções devem ser excluídos do conceito de “revolução”, devem ser incluídos nele, em contrapartida, vários movimentos aparentemente pacíficos e de natureza puramente intelectual e cultural, cuja evolução no tempo os leve a constituir-se em poderes políticos com pretensões de impor universalmente novos padrões de pensamento e conduta por meios burocráticos, judiciais e policiais. A rebelião húngara de 1956 ou a derrubada do presidente brasileiro João Goulart, nesse sentido, não foram revoluções de maneira alguma. Nem o foi a independência americana, um caso especial que terei de explicar num outro artigo. Mas sem dúvida são movimentos revolucionários o darwinismo e o conjunto de fenômenos pseudo-religiosos conhecido como Nova Era. Todas essas distinções terão de ser explicadas depois em separado e estão sendo citadas aqui só a título de amostra.
* * *
Entre outras confusões que este estudo desfaz está aquela que reina nos conceitos de “esquerda”e “direita”. Essa confusão nasce do fato de que essa dupla de vocábulos é usada por sua vez para designar duas ordens de fenômenos totalmente distintos. De um lado, a esquerda é a revolução em geral, e a direita a contra-revolução. Não parecia haver dúvida quanto a isso no tempo em que os termos eram usados para designar as duas alas dos Estados Gerais. A evolução dos acontecimentos, porém, fez com que o próprio movimento revolucionário se apropriasse dos dois termos, passando a usá-los para designar suas subdivisões internas. Os girondinos, que estavam à esquerda do rei, tornaram-se a “direita” da revolução, na mesma medida em que, decapitado o rei, os adeptos do antigo regime foram excluídos da vida pública e já não tinham direito a uma denominação política própria. Esta retração do “direitismo” admissível, mediante a atribuição do rótulo de “direita” a uma das alas da própria esquerda, tornou-se depois um mecanismo rotineiro do processo revolucionário. Ao mesmo tempo, remanescentes contra-revolucionários genuínos foram freqüentemente obrigados a aliar-se à “direita”revolucionária e a confundir-se com ela para poder conservar alguns meios de ação no quadro criado pela vitória da revolução. Para complicar mais as coisas, uma vez excluída a contra-revolução do repertório das idéias politicamente admissíveis, o ressentimento contra-revolucionário continuou existindo como fenômeno psico-social, e muitas vezes foi usado pela esquerda revolucionária como pretexto e apelo retórico para conquistar para a sua causa faixas de população arraigadamente conservadoras e tradicionalistas, revoltadas contra a “direita” revolucionária imperante no momento. O apelo do MST à nostalgia agrária ou a retórica pseudo-tradicionalista adotada aqui e ali pelo fascismo fazem esquecer a índole estritamente revolucionária desses movimentos. O próprio Mao Dzedong foi tomado, durante algum tempo, como um reformador agrário tradicionalista. Também não é preciso dizer que, nas disputas internas do movimento revolucionário, as facções em luta com freqüência se acusam mutuamente de “direitistas” (ou “reacionárias”). À retórica nazista que professava destruir ao mesmo tempo “a reação” e “o comunismo” correspondeu, no lado comunista, o duplo e sucessivo discurso que primeiro tratou os nazistas como revolucionários primitivos e anárquicos e depois como adeptos da “reação” empenhados em “salvar o capitalismo” contra a revolução proletária.
Os termos “esquerda” e “direita” só têm sentido objetivo quando usados na sua acepção originária de revolução e contra-revolução respectivamente. Todas as outras combinações e significados são arranjos ocasionais que não têm alcance descritivo mas apenas uma utilidade oportunística como símbolos da unidade de um movimento político e signos demonizadores de seus objetos de ódio.
Nos EUA, o termo “direita” é usado ao mesmo tempo para designar os conservadores em sentido estrito, contra-revolucionários até à medula, e os globalistas republicanos, “direita” da revolução mundial. Mas a confusão existente no Brasil é muito pior, onde a direita contra-revolucionária não tem nenhuma existência política e o nome que a designa é usado, pelo partido governante, para nomear qualquer oposição que lhe venha desde dentro mesmo dos partidos de esquerda, ao passo que a oposição de esquerda o emprega para rotular o próprio partido governante.
Para mim está claro que só se pode devolver a esses termos algum valor descritivo objetivo tomando como linha de demarcação o movimento revolucionário como um todo e opondo-lhe a direita contra-revolucionária, mesmo onde esta não tenha expressão política e seja apenas um fenômeno cultural.
A essência da mentalidade contra-revolucionária ou conservadora é a aversão a qualquer projeto de transformação abrangente, a recusa obstinada de intervir na sociedade como um todo, o respeito quase religioso pelos processos sociais regionais, espontâneos e de longo prazo, a negação de toda autoridade aos porta-vozes do futuro hipotético.
Nesse sentido, o autor destas linhas é estritamente conservador. Entre outros motivos, porque acredita que só o ponto de vista conservador pode fornecer uma visão realista do processo histórico, já que se baseia na experiência do passado e não em conjeturações de futuro. Toda historiografia revolucionária é fraudulenta na base, porque interpreta e distorce o passado segundo o molde de um futuro hipotético e aliás indefinível. Não é uma coincidência que os maiores historiadores de todas as épocas tenham sido sempre conservadores.
Se, considerada em si mesma e nos valores que defende, a mentalidade contra-revolucionária deve ser chamada propriamente “conservadora”, é evidente que, do ponto de vista das suas relações com o inimigo, ela é estritamente “reacionária”. Ser reacionário é reagir da maneira mais intransigente e hostil à ambição diabólica de mandar no mundo.
Novembro 12, 2007 às 8:09 pm
A polícia não pode entrar mas traficante pode né Apropuc ?
A polícia não pode entrar mas membros de partidos políticos que nem alunos são, podem né Apropuc ?
A polícia não pode entrar mas os que vem só pra festa, pode né Apropuc ?
A polícia não pode entrar mas porfessores ruins, podem né Apropuc ?
A polícia não pode entrar mas sindicalistas que nem alunos são, podem né Apropuc ?
Apropuc , faz um favor ? Aprenda a fazer a boa polícita, caso não consiga saia da Universidade, que aqui não é lugar pra vcs
Novembro 12, 2007 às 8:28 pm
Socialistas tentam impor lei liberticida de ensino
11/1/2006
Renato Murta de Vasconcelos
Correspondente – Espanha
O governo socialista espanhol pretende aprovar uma nova Lei de Ensino de cunho liberticida, naturalista e ateu.
A opinião pública reage indignada.
Manifestação contra o projeto de ensino na Espanha
No último dia 12 de novembro, mais de um milhão e meio de pessoas encheram as ruas de Madrid, em portentosa manifestação contra o projeto de lei do governo socialista de Zapatero que pretende impor uma nova Lei de Ensino (LOE – Ley Orgánica de Educación).
A nova legislação de ensino, se aprovada, vai eliminar dos colégios a aula de religião; impedirá que os pais escolham livremente a escola de seus filhos; proibirá o financiamento das escolas particulares por fundações ou donativos; tornará obrigatória a educação mista e introduzirá a educação sexual no currículo escolar.
O projeto tem suscitado ondas crescentes de inconformidade, tanto mais que os socialistas, muito “democraticamente”, mostram-se refratários à discussão e aos debates, querendo impor de modo ditatorial uma reforma de ensino cujas raízes já se podiam notar, por exemplo, na Comuna de Paris do século XIX.(1)
* * *
Manifestação contra a nova Lei de Ensino do governo socialista espanhol
A manifestação do dia 12 de novembro, da qual participaram seis bispos e incontáveis sacerdotes e religiosas, é verdadeiramente insólita, seja pela avalanche de participantes, seja pelo grau de sua rejeição à plataforma governamental.
E não é para menos. O primeiro-ministro Zapatero tem feito ouvidos moucos aos clamores do descontentamento popular, precisamente ele que dois anos atrás, quando deputado oposicionista, reclamava que o governo de Aznar não ouvia a voz do povo. E agora, depois do dia 12 de novembro, atacou rijamente a Igreja por haver apoiado a manifestação e ameaçou cortar-lhe o financiamento público.(2)
Os princípios igualitários que norteiam o projeto de lei socialista podem ser assim sintetizados:
Quanto aos pais:
Outro aspecto da manifestação
Embora principais responsáveis pela educação dos filhos, nega-lhes o direito, reconhecido pela constituição espanhola, de escolher onde, como e o que se deve ensinar a seus filhos.
Com os critérios (zoneamento, comissões de admissão) que devem ser aplicados para o ingresso no colégio, atenta-se contra o direito e a liberdade dos pais de escolherem a escola que julguem mais adequada para seus filhos.
Quanto aos alunos:
Conhecimentos — A lei deixa de lado o papel fundamental do ensino, que é precisamente transmitir conhecimentos a crianças e jovens, tornando ainda mais grave o problema do baixo nível escolar.
Esforço pessoal — O esforço pessoal perde sua importância; o aluno pode passar de um curso a outro sem haver alcançado o nível de escolarização adequado. Surge um vazio difícil de ser preenchido ao cabo dos anos, e que ameaça o futuro dos jovens.
Supressão de notas — A eliminação das notas nas respectivas matérias impede que se avalie o nível de conhecimento alcançado pelo aluno.
Assistência às aulas — Os alunos poderão decidir, por meio de voto, se querem assistir às aulas ou não, sem que o professor ou a diretoria do colégio possa intervir.
Quanto aos professores:
Aspecto da gigantesca manifestação contra a nova Lei de Ensino do governo socialista de
Autoridade — Mantém a linha atual que favorece a redução da autoridade dos professores e da diretoria dos colégios.
Remuneração — Ausência de propostas para o aumento dos salários dos professores, peças-chave no processo educacional.
Professores de Religião — Deixa indefinida a situação dos atuais 17.000 professores, uma vez que as aulas de Religião foram excluídas do currículo; a assistência a elas é opcional e não há mais notas.
Quanto aos colégios
Imposição da educação mista a todas as escolas.
Introdução de matérias escolares com forte viés ideológico — como por exemplo a matéria “Educação para a cidadania”.(3)
Apoio financeiro — Controle excessivo sobre a ajuda econômica dada pelo governo a colégios particulares, pressão que vem sendo exercida há anos.
Cartaz convoca o público para protestar contra a Lei de Ensino, em Madrid.
Fica bem claro o objetivo visado pelos socialistas com a nova Lei de Ensino. Trata-se de acabar com a influência católica no ensino e plasmar “democraticamente” as futuras gerações. Logo na Espanha, bastião da catolicidade na Europa.
As reações a esse plano pipocam de todos os lados. Com o fito de sopitá-las, Luiz Pizarro, secretário do PSOE andaluz, iniciou há pouco uma campanha de esclarecimento sobre a LOE. Contudo, sem fornecer dados sobre o projeto, insulta seus opositores, atribuindo-lhes o desejo de “enfraquecer o governo” sob pretexto de combater o projeto de lei. Mas deixa claro: “A nova lei de ensino é um instrumento de poder para conseguir democraticamente a igualdade entre os espanhóis”.(4)
O secretário provincial do PSOE de Cádiz, Francisco González Cabana, atropela a verdade de modo descarado ao dizer que “a LOE visa que os pais escolham os colégios de seus filhos, e não o contrário como quer o Partido Popular”. Fazendo uma referência à manifestação de 12 de novembro, ameaça os descontentes: “Devemos nos pôr em pé de guerra, porque parece que a direita pegou o costume dos jovens de fazer manifestações; ela gosta das ruas aos sábados, mas esse vício não lhe sairá grátis. Vamos enfrentar quem usa a rua para obter privilégios”.(5)
* * *
Apesar da forte reação católica contra as reformas propostas pelo primeiro-ministro Zapatero (à esq.), este insiste em implantar um governo antirreligioso na Espanha.
O PSOE defrauda desta forma aqueles que esperavam uma campanha informativa séria e que explicasse o conteúdo da lei. Dando sinais do nervosismo que domina suas fileiras depois de resultados pouco animadores colhidos nas últimas pesquisas eleitorais, próceres socialistas recorrem à mentira e à ameaça. E com seu projeto de reforma da Lei de Ensino mostram a sua verdadeira face de inimigos da Igreja e da Civilização Cristã.
Educação cristã
Papa Pio XI
Sobre a educação sexual e o ensino misto, ensinou Pio XI em sua Encíclica Divini illius magistri, de 31-12-1929:
“ 65. É muito comum o erro dos que, com perigosa segurança e com um termo horrível, promovem uma assim chamada ‘educação sexual`, imaginando falsamente que poderão imunizar os jovens contra os perigos da sensualidade através de meios meramente naturais, tais como uma iniciação temerária e uma instrução preventiva para todos, indistinta e até publicamente; e pior ainda, expondo-os numa tenra idade às ocasiões, a fim de os acostumar, segundo argumentam, e fortalecê-los contra tais perigos.
68. Igualmente errôneo e pernicioso à educação cristã é o método chamado de ‘co-educação`. Este também é fundado, para muitos de seus propugnadores, no naturalismo e na negação do pecado original, mas o é sobretudo numa deplorável confusão de idéias que toma uma promiscuidade e uma igualdade niveladoras pela legítima convivência entre os sexos”.
______________
Notas:
1. A Comuna de Paris tentou instalar uma república comunista na capital francesa. A experiência durou menos de três meses, de 18 de março a 28 de maio de 1871. Entre as reformas da Comuna de Paris constava uma nova lei de ensino que previa: “Em breve desaparecerão nas escolas de Paris as aulas de religião. Contudo, em muitas escolas permanece ainda a lembrança dessas aulas sob a forma de crucifixos, imagens da Virgem e outros símbolos. Os mestres e mestras devem retirar estes objetos, cuja presença ofende a liberdade de consciência. Objetos desses que sejam de metal nobre devem ser entregues à Casa da Moeda” (Decreto do Delegado para o Ensino, Ed. Vaillant, de 1.5.1871, in Die Pariser Kommune 1871, DTV, München, 1971, p. 233).
2. A este respeito é interessante a carta que Alejandro Díaz Garcia escreveu ao diretor de “Hispanidad”, de 17-11-05: “Em 2004, através do IRPF, o Estado contribuiu com 30,2 milhões de euros para a Igreja. Ora, somente a organização católica Caritas gastou 57. Os colégios da Igreja atendem a 990.774 alunos com um custo de 2.961 milhões de euros, dos quais o Estado só financia 1.783. A Igreja dispõe de 101 hospitais com 51.312 leitos, 596 residências para anciãos, 876 casas de acolhimento, 937 orfanatos, 312 jardins de infância e 365 centros de educação para excepcionais. O custo anual dessa assistência social ascende a 5,056 milhões de euros. Para os espanhóis sai mais barato que a Igreja se encarregue de prestar esses serviços do que pagar salários a novos funcionários. É supérfluo dizer que o desaparecimento de todo esse conjunto de obras sociais representaria um autêntico desastre humanitário. A Igreja também desempenha um grande trabalho de conservação do patrimônio histórico e artístico, em grande medida de caráter religioso. Sem a colaboração dos religiosos encarregados de mosteiros, igrejas catedrais e respectivos museus, seria impossível ao Estado custear a manutenção de todos esses bens culturais. Não se deve ser hipócrita. É preciso menos demagogia e mais seriedade”.
3. Neste contexto há grave risco de que sejam introduzidos textos como o Guia para Moças, distribuído pela Comunidade de Castilla-La Mancha. Numa demonstração de ódio à liberdade dos pais de educarem seus filhos, o “Instituto de la Mujer de Castilla-La Mancha” pretende difundir em todos os centros educativos da região um “Guia para chicas”, que promove a masturbação, o uso de anticoncepcionais, as relações homossexuais e o aborto como alternativa para gravidezes inesperadas.
4. “Pizarro (PSOE) cree que el PP tiene ‘un sentido pobre’ de la educación”, http://www.lukor.com, 7.12.05.
5. “El PSOE basa en insultos y amenazas su campaña informativa”, http://www.hazteoir.org, 26-11-05.
Novembro 12, 2007 às 9:32 pm
“Ser reacionário é reagir da maneira mais intransigente e hostil à ambição diabólica de mandar no mundo”.
Quanta baboseira, hã?
Olha, tento entender a relação da invasão desses mentecaptos – supostos revolucionários que lutam por um mundo melhor, mais igual e “democrático”- com a invasão dos policiais há 30 anos atrás. Que alguém me faça entender.
Alunos de diversos cursos da PUC, não-alunos, baderneiros invadiram uma instituição privada. Sim, para fazer valer seus direitos. Nada mais justo lutarmos contra o redesenho institucional, mas pq invadir a reitoria? A pergunta que não se cala. Pq recusar-se a dialogar de maneira pacífica? Pq toda essa revolta? Incompreensível. Querem um exemplo prático? Ok, então: invadem sua casa, tudo bem? Um bando de loucos derrubam seu portão, deitam na sua sala de estar e cantarolam músicas do grande Chico. O que fazer? Vamos conversar com eles: por favor, senhores? O que vcs querem? Vamos até lá fora resolver isso? Ah não? Então teremos que entrar com uma ação de reintegração de posse, sinto muito. Pq a tropa de choque veio junto, senhor? Pq estamos lidando com pessoas imprevisíveis…
Vcs acham realmente que os policiais devem andar desarmados? Enfrentar estudantes “revolucionários” desarmados? Subir o morro do Andaraí desarmados para conscientizar essa população carente e marginalizada?
Vão todos para a p*** coitada que vos pariu…
É uma vergonha o que vcs estão fazendo, não é orgulho…
E torço para que expulsem todos os manifestantes dessa ação completamente descabida. E eles deveriam ter enfrentado os policiais, ora bolas, pq não? Cade a coragem?? Imagina só o que iriam falar de todos esses mártires na tv, nos jornais… geeeeente, que loucura que iria ser… foi uma pena que os policiais não arrebentaram todos vocês…
Sabe o que vcs querem? Contar para os netinhos que já participaram de uma “revolução”, de manifestações, UHU! Gostam de ver a imagem de vcs com os braços pra cima e faixas gigantescas clamando por um Deus, que se existe, está se descabelando.
Criem vergonha na cara, arranjem algo útil para fazer, algo notável.
É sempre bom saber que os estudantes têm pessoas que os represente, que lute por nossos direitos, mas que não seja assim… não dessa forma.
Me mostrem o que há de democrático nesse ato de vandalismo que me calarei.
Bando de ridículos.
Novembro 12, 2007 às 9:35 pm
Ah, e eu tb pago a porra da PUC… nem por isso a considero como minha. A PUC não é de vocês, panacas.
Novembro 13, 2007 às 12:10 am
Alguém tem notícias da assembléia? Estou no trabalho não pude ir
Novembro 13, 2007 às 2:16 am
Eu sei…passei por lá…maior merda.
Batucada com um bando de nêgo pulando pra lá, e pra cá. Estilo micareta de Itaquera.
Ou seja: como balada foi uma bosta, e como movimento político apenas demonstrou a inapetência dos invasores-pseudo-intelectuais.
Novembro 13, 2007 às 3:17 am
PARABÉNS.
BEM VINDOS AO MUNDO DOS MOVIMENTO DOS DONOS DA VERDADE.
A ASSEMBLEIA FOI MUITO BOA.
EXPULSAM QUEM TEM OPINIAO CONTRARIA E APROVAM QQ COISA
BASEADO NO CRITERIO DE CONTRASTE VISUAL.
DEMITIRAM A REITORIA, A FUNDACAO S.PAULO, O CONSUM E OS BANCOS.
AH, E TAMBÉM ACEITARAM FINANCIAMENTO DOS SINDICATOS.
SINDICATO DEVE SER MUITO CHATO, NÉ ?
ENTAO MELHOR PAGAR UMA GRANA E COMER AS VAQUINHAS DO OCUPACU.
E SE NAO TIVER BATUCADA OS DOIS NEURONIOS VAO FAZER O QUE ?
Novembro 13, 2007 às 10:39 am
A Reitoria se coloca à disposição dos estudantes para toda e qualquer informação.
Novembro 13, 2007 às 12:32 pm
Algumas considerações sobre o chamado “movimento”:
1 – Conseguiram fazer algumas pessoas mais, digamos, “inocentes”, acharem que o que vocês promovem é democracia, quando democracia é exatamente o contrário. Querem ser realmente democráticos?! Coloquem uma urna na porta dos 5 campi da PUC-SP perguntando quem é realmente a favor ou contra a invasão, uma pergunta com as alternativas “sim” ou “não”, nada de querer justificativas. Ah, não vale chamar os sindicatos e “pseudo-revolucionários” de outras instituições para fazer número!
2 – Valorizem a si mesmo e ao seu famigerado e moribundo movimento! E valorizem também ao movimento de 77! Não comparem alhos com bugalhos! Aquele movimento lutou contra a repressão, contra pessoas que foram impedidas de dar aulas por motivos ideológicos, contra a liberdade de expressão, contra a tortura! Vocês lutam contra o que? Contra o redesenho? Afinal, vocês sabem o que é o redesenho? Vocês sabiam que um site sobre um redesenho está no ar há mais de um ano (site este divugado frequentemente no jornal semanal da PUC, um dos meios oficias de comunicação, e no site da PUC tb), onde vocês podem entender o que é o redesenho, enviar propostas, e ver o que já estava sendo discutido? Ah, isto dá muuiiito trabalho, né? Se vocês são CONTRA o redesenho, então vocês é que são os reacionários desta história!!! O redesenho é, entre outras coisas, uma exigência do Ministério Público para melhorar a faculdade, torná-la mais dinâmica e atual. Lutar contra algo que busca trazer melhorias é lutar para continuar na situação atual, no atraso. A quem convém isto?
3- Não sou a favor da demissão de professores que agregam conhecimento aos alunos e à organização. Aqueles que finjem dar aulas e tornam as mensalidades mais cara, estes sim, que sejam demitidos! Vocês querem que os bancos sejam excluídos tirados da situação da PUC? Ok! Então eles tiram todo o dinheiro que colocaram para salvar a PUC, a PUC fali, e ai, aqueles professores que vocês tanto defendem vão ser demitidos, queiram vocês ou não, porque não vai haver dinheiro para pagar salário algum! Ou talvez receberemos ajuda da URSS, como Cuba fez durante algum tempo(e pelo visto, não deu muito certo…)? Acordem para a realidade! O mundo mudou! As coisas mudaram! Esqueçam o saudosismo e vivam o presente! Dívidas não se enfiam embaixo do tapete e se finje que elas nunca existiram. Dívidas se pagam, pessoas responsáveis assumem seus erros e pagam por eles. É isto que a PUC está tentando fazer, pagar erros de administrações deficitárias, sofrer a consequencias disto, para mais na frente poder se tornar mais forte. Ou vocês acham que alguém sente prazer em pagar bancos? Talvez a cultura de vocês seja esconder problemas, dar calotes nas pessoas e não assumir os erros. Pessoas sérias não fazem isto.
4 – O bom de isto já ter acontecido agora é que provavelmente vocês já mataram pelo menos uma parte da vontade de serem revolucionários, do tesão de participarem de “movimentos estudantis que vão mudar o mundo”! Já apareceram no jornal, tv, Internet; já tirarm foto ao lado da tropa de choque (que estava de capacete, escudo, cacetete e tudo mais! Uau, esta vai ser uma foto para eu mostrar pros meus netinhos!) e já gritaram bastante! No próximo semestre seu pai vai continuar pagando seu boleto da mensalidade, você vai continuar vindo pra PUC para encontrar a galera, fumar um baseado, discutir o socialismo, tomar uma breja, e voltar para casa para dormir.
5 – Finalizando, a democracia pela qual aqueles de 77 tanto lutaram já existe em nosso país! Todos são livres para ir e vir! A PUC é privada (privada significa: é da Fundação São Paulo, não, não é de vocês, vocês apenas pagam pelos serviços da PUC, nada mais). Se não gostarem daqui, a democracia permite que estudem em qualquer outro lugar do Brasil! Abaixo o autoritarismo tranvestido de “democracia-socialista” E viva a real democracia!!!
Novembro 13, 2007 às 1:21 pm
São Paulo, 7 de novembro de 2007.
A PUC-SP informa a invasão da Reitoria da Universidade por um grupo de alunos e pessoas estranhas à comunidade universitária, por volta das 21h40 do dia 5/11, enquanto acontecia uma audiência pública sobre o redesenho institucional (solicitada pela Apropuc, Afapuc, Conselho de Centros Acadêmicos e APG). Para ocupar o local, eles derrubaram uma parede, o que provocou danos em equipamentos e instalações, além de agredirem os seguranças.
Isso é a democracia que vcs solicitam? É desrepeitando um orgão colegiado que deu direito a voz estudantil que vcs se pretendem fazer ouvir? É atravez de da força física, do descomprometimento ético e da intolerância ideológica que querem fazer valer suas idéias. Alías idéias essas que não são debatidas com aqueles que vcs dizem estar defendendo e representando. Ao invés disso preferem usar a desculpa de que são “questões emergenciais”, de que o processo foi atropelado e por isso não houve tempo de se consultar as bases.
MENTIRA – Faço parte do processo mesmo sem fazer parte de nenhuma dos orgãos participantes e sempre tive chance de me faze ouvir nos espaços públicos. Tenho feito isso já ha 8 anos na PUC, desde o início da graduação, durante meu mestrado e agora que inicio o doutorado o mesmo espirito democrático me permite a participação de todo o processo mesmo sem ocupar cargos, mas também quando estive por eles obrigado a participar.
Agora tenho um pedido sincero aos que se dizem meus “representantes” POR FAVOR NÃO ME REPRESENTEM.
Novembro 13, 2007 às 1:22 pm
Digo isso porque não quero ser considerado “culpado” por fazer parte de uma classe representada por pessoas que o único objetivo parece ser entravar os processos decisórios, fumar maconha e matar aula.
Novembro 13, 2007 às 1:30 pm
Alías essa é uma boa idéia!
Convoco para que este espaço seja um lugar de simples consulta, seguindo a sugestão do nosso colega guilherme.
Quem aqui quer que essa representação estudantil continue a ter nossa “procuração” para nos representar nos espaços públicos da PUC.
Basta postar um comentário com sim ou não.
Eu reafirmo!
NÃO
Novembro 13, 2007 às 1:30 pm
assembléia de ONTEM foi patética….
Primeiro, vocês acham que tem o direito de colocar um carro de som e ficar gritando em um bairro residencial as 10 hr da noite? babacas, respeitem a PUC e os vizinhos, principalmente os vizinhos que nada tem a vez com a baderna infundada de vocês.
e consideraram aquilo uma assembléia? toda sexta-feira tem mais gente nos bares do que vocês conseguem juntar, então de nada vale a palhaçada e vocês se não está lá a maioria da faculdade!!
e o mais melhor é olhar para os que participam dessa assembléia… todos de barba mal feita, roupas largadas… ninguem de social, quer dizer 99% desocupado…
Interessante como os babacas e desocupados se juntam nos cursos do prédio velho da puc.. pode ser feito um estudo sobre isso…
Novembro 13, 2007 às 1:31 pm
ou melhor NÃO
Novembro 13, 2007 às 2:30 pm
O que mais me preocupa vendo o movimento de ocupação não é a falta de discussão e o aparente processo anti-democrático. Entendo que muitas críticas caminham para esse lado. Acho perigoso, pois quem faz esse tipo de crítica geralmente é quem opta pela omissão. A democracia não é imposta, ou estabelecida, ela é construída por todos. Não há atitude mais anti-democrática do que a omissão. Esperar sentado por processos democráticos é o mesmo que esperar por uma sociedade harmoniosa e libertária. Façamos a nossa, é o que sempre prezo. A ocupação é válida. Claro, a briga por uma universidade que incentive a pesquisa e a formação de indivíduos (antes de profissionais) é tudo o que podemos imaginar em um movimento estudantil. Isso tem que ser a base de qualquer reivindicação. Corremos o sério risco de fazer parte de uma instituição inteiramente voltada para as necessidades do capital. A mercantilização do ensino é real. Aliás, não é somente do ensino, é a mercantilização da vida. Isso está em todas as instituições, a começar pela sociedade. O enquadramento dos indivíduos ocorre em todos os momentos. A situação cada vez mais desesperadora na PUC-SP é um reflexo do que acontece no planeta. É fundamental que o movimento enxergue que nada é isolado. O buraco é muito fundo. Tão fundo que é impossível não sentir a superficialidade das bandeiras definidas nas assembléias. Por exemplo, Autonomia Universitária. Com certeza todos concordam com essa bandeira. Agora, pensemos um pouco. O que seria essa autonomia? Liberdade em relação à Igreja? aos bancos? ao mercado? ao capitalismo? Acho difícil pensar em autonomia quando são exatamente essas instituições que ditam o rumo da Universidade. Como é possível brigar por uma autonomia se antes disso há bandeiras defendendo a saída da Reitoria e, acredite, a saída da Igreja. Com certeza seria fantástico se a Igreja vazasse do planeta, mas não vai. Como seria essa a PUC então? Estatal? Dessa forma teríamos que meter o pau no Serra e no seu governo “fascista”. Aliás esse termo está muito na moda. Nada é muito esclarecido no movimento. Essas bandeiras me parecem mais frases de incentivo. Algo como “ a PUC é nossa”. Me desculpem. Alguns podem me chamar de reacionário, mas a PUC não é nossa. É difícil entrar na cabeça desses alunos que uma Universidade Privada tem toda autonomia. É preciso parar com esses discursos de livro de cabeceira, que não dizem nada e levam o movimento estudantil para um caminho falido e fajuto.
Novembro 13, 2007 às 2:38 pm
Pessoal não esqueçam de publicar o ATO de hoje(13/11) as 18:00 no Tuca, saindo p a Fundação São Paulo.
Saudações
Novembro 13, 2007 às 2:55 pm
Tem que espancar os coxinhas corruptos!
Novembro 13, 2007 às 3:07 pm
Por favor, não me representem.
Novembro 13, 2007 às 3:09 pm
Vocês , assim como a Afapuc e Aprocuc gostavam do Ronca né ? Ele passava a mão na cabeça de vocês…..Agora acabou o “quem grita leva”…..
Saibam fazer política.
Novembro 13, 2007 às 5:06 pm
As pessoas deviam parar de viver na própria bolha e começar a pensar no sistema educacional brasileiro. A educação passa por uma grave crise, prova disso são as mais de 10 universidades federais ocupadas, a PUC-SP e Fundação Santo André. As reformas neo-liberais implementadas pelo governo, tanto nas federais quanto nas particulares (o TAC), acabam com a pouca educação de qualidade que temos.
Os brancos de classe média e alta devem saber que somos (pq eu tbm sou um) exploradores desde o princípio. Temos uma dívida com a comunidade negra, indígena e aborígena de séculos de exploração!!! A Europa escondeu a exploração desses povos na África. A América não conseguiu esconder a desigualdade social em outro continente, mas tenta esconder com a televisão, o carnaval, o futebol e os reacionários de carteirinha (como por exemplo o movimento “Cansei” – uma verdadeira palhaçada auto-intitulada de apolítica). Apolítica é o caraleo, porque ficar em cima do muro é tomar partido dos que exploram!!!
Acorda pra vida, não adianta fechar o vidro do carro, porque uma hora você vai esquecer ele aberto e vai tomar bala na cara. Um disparo que vem de um explorado que vê a TV exarcebar o consumo desenfreado e de um pai de família que tem 8 bocas para sustentar (não de um bandido)!!!
Falam tanto de traficante, mas esquecem que ninguém gosta de ser traficante. Essas pessoas foram largadas e despejadas pela sociedade, se aglomeram em barracos numa condição de vida subhumana. Agora você quer culpar esses caras pelos problemas do país? E os filhos da puta de colarinho branco que passam o dia no escritório, no planalto central e em outras repartições cheirando pó e canetando documentos? E os desembargadores filhos da puta que liberam a passagem de droga no aeroporto, ganham uma grana preta? mas quando o bicho pega eles colocam no cú do negro e pobre!!!
Acorda pra vida, porque ela não é um mar de rosas, nem um apartamento na paulista, nem no leblon, nem uma casa de frente pro mar!!! A vida é cruel pra muita gente, mas a bolha impede que se enxergue isso.
Enquanto agricultores jogam tomate e laranja fora pra aumentar o preço da safra, milhões morrem de fome. Enquanto os laboratórios farmacêuticos produzem e vendem remédios contra o HIV caríssimos, milhões morrem de AIDS e outras doenças. Não se enganem!!! Saibam que a quantidade de alimentos produzidos no mundo em um único dia daria para alimentar toda a população mundial por trÊs (3) dias!!!
As empresas privadas, a Igreja inquisitora e os Estados não querem acabar com os problemas mundiais. Eles querem mamar às custas da população mundial!!!
Acordem pra vida!!! O cansaço está no rosto de um senhor de 60 anos que trabalha como pedreiro embaixo dum sol de 35°, não num burocrata da OAB que fica atrás de uma mesa com o ar condicionado ligado.
A luta é contínua! Dure quanto dure!
Força camaradas!!!
Novembro 13, 2007 às 5:23 pm
Pro movimento tudo que é governo não presta….nunca nada está bom….sempre querem mais privilégios….tudo a mão. Chega né !!!
Vocês pagaram pra ver a polícia aqui dentro.
Ao inves de fora Maura e Reitoria eu digo :
FORA TUFÃO, NASSIF E JAQUELINE.
Novembro 13, 2007 às 5:34 pm
Aos que não querem ser representados, se apresentem para fazer valer sua opinião. Não adianta reclamar se não estava la!
Novembro 13, 2007 às 6:10 pm
Essa invasao nao tem proposito nenhum.
Nao tem proposta nenhuma.
É tão vazia quanto os estudantes que a lideram.
Duvido que alguém que estava la realmente saiba discutir sobre o redesenho ou qualquer outra proposta colocada em pauta.
Escondidos sob o rotulo de estudantes, discutem marx sem ler marx, se
dizem trotskistas ou leninistas sem nunca ter lido nada sobre isso.
É uma geracao pobre e sem cultura sustentada por gritos de guerra vazios e mal copiados de geracoes anteriores.
Quem assistir o video encontrará jovens de classe media, arrogantes e
prepotentes, tirando sarro da policia e agindo da mesma forma que agia a
ditadura no passado e que os sustenta até hoje.
É a ditadura dos pequenos burguesinhos ignorantes e mal educados.
Novembro 13, 2007 às 6:20 pm
Rafael, admirável discurso! Quer realmente mudar esta situação?! Estude, seja alguém respeitado, trabalhe duro para resolver os problemas, vá a Brasília e apresente suas propostas para nossos governantes, ou se torne você mesmo um deles! Invadir reitoria de Universidade, assistir filmes, tomar cerveja e cantar músicas lá dentro não muda muita coisa…
Novembro 13, 2007 às 8:02 pm
Uma moça da FSA escreveu algo sobre as diferenças entre os prédios dos conservadores e alienados e o dos progressistas:
Estava aqui me perguntando por que estou tão chateada com essa história toda que está rolando na FSA. Realmente… Uma amiga me disse que eu não posso me deixar levar por essa raiva… Acho que é verdade mesmo… Dizem que cada um tem o que merece… E agora entendo porque esse país é uma MERDA…
Imagina… Um movimento tão pequeno se comparado com os movimentos que o país necessitaria para sair dessa situação de morbidez que está… E não conseguimos juntar todo mundo… Juntar as forças… FAECO, FAFIL, FAENG… Ou FSA… Já que dizem o tempo todo que somos a mesma instituição… Às vezes acho que escolhi o curso errado… Não por não gostar… Mas por ver a atitude das pessoas… A FAECO é diferente mesmo da FAFIL. Uma pena… Todo mundo reclama pelos corredores… Falta de aulas… Aulas fracas… Muitas não agregam nada… Professores tiranos (o pior é quando são sociólogos)… Falta de infra-estrutura… E parece brincadeira… Mas até professor que não “regula” bem das idéias a gente agüenta…
Ai acontece essa crise na FAFIL, todos dizem que é mais um “panelaço” da FAFIL… Mas na primeira oportunidade vão para casa ou para o bar e no fundo devem agradecer a algazarra que a FAFIL promoveu…
O professor entra na sala de aula e começa a “esclarecer” a posição da FAECO… Diz que são contra qualquer tipo de violência e blá blá blá…
Poxa! Que susto! Pensei que ele iria dizer que apoiava aquela coisa toda… Até porque sadismo já é demais não é?!
Mas diz que quanto a essa “história” de greve não vão aderir porque nem sabem greve de que a FAFIL está fazendo…
Achei que em uma faculdade e de alguns professores em especial, nunca ouviria nada desse nível de falsidade… Será que a FAECO não poderia querer entrar em greve por causa da palhaçada que acontece lá desde 2004?! E só posso dizer 2004 porque foi o ano que eu entrei…
Brigas por “poder”… Politicagem total dentro da administração que só prejudicou alunos… Que humilhou… Porque eu tenho certeza que umas das maiores humilhações que eu já passei na vida foi na faculdade… Falta de professores… Trocas constantes de professores sabe-se Deus porque… Professores que todos os anos (e isso sem exagero) são motivo de raiva, frustração, dependência por conta das aulas ridículas… Entra ano… Sai ano… E estou sempre vendo isso… Os mesmos professores as mesmas reclamações… Mas sei lá eu porque ninguém os tira de lá… É realmente… Não temos motivo para nos juntarmos aos “baderneiros” da FAFIL…
Ouvi na Assembléia que muitos na FAECO têm a faculdade paga pelas empresas… Sinceramente isso não é verdade… São poucas essas pessoas… Eu pago a minha faculdade… Desde a primeira mensalidade… E conheço tanta gente na mesma situação… Tem também aqueles que os pais pagam a faculdade… Poxa! Legal para eles… Acho até que é o correto… Sei lá… Mas isso para mim agora é indiferente… Não é uma questão só de valor monetário… Para mim é uma questão de valor moral…
O que eu não vi ninguém dizer até agora é que esse problema não é só nosso… FAFIL, FAECO, FAENG… Esse problema é um problema da sociedade como um todo…
Ouvi muitos dizerem já que querem que essa “MERDA se exploda”… Que está acabando o curso já e que quer mais que tudo aquilo se dane…
Realmente… Estou no quarto no… Nem acredito… Falta só praticamente dois meses para eu sair desse inferno… Nada egoísta esse pensamento né?!
E quanto as outras pessoas?! E quanto as pessoas que um dia irão sair do colégio e tentar entrar na faculdade assim como nós a 4, 3, 2, 1 ano atrás… Ah… Elas que se danem…
Azar delas né?! Acho que é isso que as pessoas pensam… Isso é muito triste… Muito mesmo…
Um certo professor disse que um dia poderia sair de lá da FSA o próximo presidente da república… Nunca pensei que ele pudesse ter tanta razão… Agora vendo o cenário da nossa política… Essa frase cabe perfeitamente…
Desculpem generalizar… Mas realmente… A FSA está formando Administradores de hipocrisia… Economistas de bom senso… Contadores de omissão… Precisa de mais no currículo para gerir um país?!
Peço desculpas a todos aqueles que estão lutando por condições melhores… FAFIL… FAENG… E a turma de Relações Internacionais da FAECO… Mas ontem quando fui para a faculdade, mal pude olhar na cara das pessoas que fazem parte da minha vida a pelo menos quatro anos… Não me conformo com esse comodismo… Mas percebo que estou sozinha… Minhas mais sinceras desculpas mesmo… E os meus mais sinceros parabéns… Obrigada… Por não serem egoístas e lutarem por todos nós… E infelizmente dizer que escrever esse texto é o máximo que eu poderei fazer para manifestar minha indignação…
Quando vemos os cursos que são cursados na FAFIL, é inevitável não pensarmos na figura de um professor… Então só gostaria de lembrar aos alunos da FAECO, porém e limitando ao máximo a formação dos alunos da FAFIL, que ninguém lá (e disso eu tenho certeza…) chegou à faculdade sem ter passado por uma sala de aula com professores de Física… Geografia… História… Letras… Matemática…
Mas azar o deles não é mesmo?! O que a FAECO tem com os problemas da FAFIL…
Jéssica – 4º ano de Economia
21 de Setembro de 2007 06:49
Novembro 13, 2007 às 8:02 pm
Penso o seguinte:
Poxa vida, como essa moça Jéssica é boa, escreveu muito bem e tudo o que era necessário, parabéns, você se mostra consciente de tudo e dessa divisão horrorosa que há. Já estudei na Fundação entre 1998 e 1999, fiz Economia na FAECO, saí pela péssima qualidade do curso, à época, todo voltado ao mercado, formando profissionais para trabalhar nas multinacionais, o curso era cheio de matérias de Contabilidade, Administração e poucas discutiam a Economia Política de Marx, ou a Macroeconomia de Keynes, daí saí da Fundação. Agora sou estudante de economia da PUC-SP e apoiei o movimento de ocupação por aqui.
Tanto aqui quanto aí há essa diferença boba entre os prédios, aqui é entre o prédio novo que tem os cursos de economia, administração, contabilidade e ciências atuariais, direito, todos eles sempre contra o movimento estudantil, embora tenha também serviço social e psicologia, entre outros que sempre aderem, mas o grosso dos alunos é da FEA (uns 6.500, a PUC tem uma comunidade total de ± 22.000 pessoas) e do Direito (uns 2.700).
O prédio velho tem história, geografia e ciências sociais (com relações internacionais contra) entre outros. No prédio da COMFIL, cursos de letras, jornalismo, publicidade e outros. Daí a situação fica assim, Prédio Velho e COMFIL fazem e protagonizam o movimento. Jéssica, é sempre a mesma coisa, os professores e alunos, a maioria, do prédio novo são conservadores, não querem saber de greve, ocupação e são os primeiros defensores da pseudo-democracia pucquiana, contra a violência, não apóiam o movimento de forma alguma, mesmo com invasão da Tropa de Choque na PUC-SP.
Para eles parece que tanto faz a Universidade do jeito que está ou mais mercantilizada, há uma alienação total, estão num mundo que não há conflitos, que os pobres o são porque não aproveitaram as oportunidades ou porque são ruins, burros, incompetentes e etc.
Nesse ano tive uma grande surpresa, o Centro Acadêmico do Direito, chamado 22 de agosto, mudou de posição e apóia o movimento dos “revolucionários”, como diriam o pessoal do prédio novo. A gestão atual é muito boa, eles vieram com tudo, tem até comissão que estuda o tal do Redesenho Institucional que tenta mudar a PUC, além disso, nas assembléias encontrei pessoas do meu curso, de administração e professor de ciências atuariais que não conheciam a situação vivida, que tinha algumas informações sobre o movimento que não condizia com a realidade.
Acho que falta para o Prédio Novo da PUC, para o pessoal de engenharia e da FAECO, na Fundação, muita informação, eles estão por fora das coisas e são bastante insensíveis com questões sociais, com o pensamento crítico, assim é dever do movimento estudantil informar muito bem todos eles, mesmo sabendo que o pensamento crítico formação crítica . Há outro problema, que influencia na maneira como se pode dar a informação, a linguagem que eles usam, os costumes, a cultura, muita coisa é diferente de quem tem o pensamento crítico, de quem quer mudar as coisas, de quem participa do movimento estudantil combativo.
Na PUC o pessoal do direito e da fea geralmente está uniformizado com ternos e as meninas com taillers (não sei se é assim que escreve), independente da forma, é sempre mais formal, e quando se deparam com o pessoal com a camisa do Che Guevara, ou com cabeludos e barbudos, já olham feio; eles também acham que barulho em movimento social é batucada, é farra e que tem um monte de vagabundo, maconheiro e desempregado que vive com dinheiro de partido, sindicato e seguro desemprego para atrapalhar a vida deles; eles são muito individualistas e é normal dizerem assim: “tudo bem, nosso país é livre, eles podem manifestar, mas não podem atrapalhar a minha vida, eu não quero participar, quero ter aula, pago a faculdade para ter aula, assim acho errado tirarem as cadeiras da sala para não deixar as pessoas que querem assistir aula, assistirem, também acho errado batucarem em horário de aula, enfim, a liberdade de um acaba onde começa a liberdade do outro e eles estão extrapolando”.
Assim, a informação passada para eles para pelo menos terem uma idéia das injustiças tem que ter uma linguagem que não os espante, mas ao mesmo tempo não seja tola, apolítica e imparcial, apenas informativa; a maneira como os alunos do prédio das mudanças se dirigem aos do outro tem que ser cuidadosa para evitar os ruídos nesse problema de comunicação, a linguagem usada tem que ser muito bem pensada para conseguir atrair mais pessoas. O último ponto é que há nos lugares de pessoas conservadoras, pessoas progressistas, mas que são envergonhas ou não conseguem expor a dissidência à maioria por falta de oportunidade ou entidade que as organize e junte, é muito importante ter essas coisas em mente, porque isso daí pode ampliar o movimento, pode trazer aliados fortes que seriam emblemáticos para que outros se posicionem de forma diferente.
Novembro 13, 2007 às 9:02 pm
Rafael
Se você quer discutir educação, vai dar uma visitada nas escolas públicas (você estudou numa escola de elite, né?) de ensino fundamental primeiro. Depois você se preocupa com o ensino universitario, passando pelas faculdades picaretas instaladas no país. Ou então vá ao MEC fazer essse discurso todo. Na PUC, fazer arruaça, ERA muito fácil,pois as reitorias anteriores , que nos levaram a bancarrota, passavam a mão na cabeça de alunos delinquentes e faziam políticas populistas e irresponsáveis com a APROPUC e a AFAPUC. Por que você acha que o RONCA ficou anos no poder?
Você não deve saber nem metade da história senão não estaria falando tanta besteira ao mesmo tempo
Novembro 14, 2007 às 5:12 pm
PLINIO C OLIVEIRA : vc devia parar de ficar mostrando opiniões de outros e mostrar a SUA opinião, mas fundamentada por favor.
Novembro 15, 2007 às 8:04 pm
Pesquisando em minha biblioteca pessoal, consegui encontrar a razão dos comportamentos daqueles que dizem representar a categoria estudantil.
Trata-se de uma patologia ja documentada e com diagnóstico bem definido.
Segue texto extraído do DSM-IV
Critérios Diagnósticos para F91.3 – 313.81 Transtorno Desafiador Opositivo
A. Um padrão de comportamento negativista, hostil e desafiador durando pelo menos 6 meses, durante os quais quatro (ou mais) das seguintes características estão presentes:
(1) freqüentemente perde a paciência
(2) freqüentemente discute com adultos
(3) com freqüência desafia ou se recusa ativamente a obedecer a solicitações ou regras dos adultos
(4) freqüentemente perturba as pessoas de forma deliberada
(5) freqüentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento
(6) mostra-se freqüentemente suscetível ou é aborrecido com facilidade pelos outros
(7) freqüentemente enraivecido e ressentido
(8) freqüentemente rancoroso ou vingativo
Obs: Considerar o critério satisfeito apenas se o comportamento ocorre com maior freqüência do que se observa tipicamente em indivíduos de idade e nível de desenvolvimento comparáveis.
B. A perturbação do comportamento causa prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.
C. Os comportamentos não ocorrem exclusivamente durante o curso de um Transtorno Psicótico ou Transtorno do Humor.
Agora é científico e incontroverso.
Julho 20, 2008 às 6:59 am
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